A sociedade do conhecimento é uma sociedade de múltiplas oportunidades de aprendizagem. As conseqüências para a escola, para o professor e para a educação em geral são enormes: ensinar a pensar; saber comunicar-se; saber pesquisar; ter raciocínio lógico; fazer sínteses e elaborações teóricas; saber organizar o seu próprio trabalho; ter disciplina para o trabalho; ser independente e autônomo; saber articular o conhecimento com a prática; ser aprendiz autônomo e a distância. (Gadotti, 2003)
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
EDUCAÇÃO INCLUSIVA O QUÊ O PROFESSOR TEM A VER COM ISSO??
INTEGRA DO LIVRO
"EDUCAÇÃO INCLUSIVA O QUE O PROFESSOR TEM A VER COM ISSO?
Clique no link abaixo:
http://www.saci.org.br/pub/livro_educ_incl/redesaci_educ_incl.pdf
DIFICULDADE DE APRENDIZAGEM
Pode não parecer, pode ser que algumas pessoas digam o contrário, mas todas as crianças, gostam, querem e têm possibilidades para aprender. E quando não estão aprendendo, com certeza algo não está indo bem.
E é nessa hora que os professores e outros profissionais envolvidos no processo de aprendizagem dessa criança precisam buscar os fatores que podem estar causando dificuldades no processo.
Aprender é um processo durante o qual o indivíduo é estimulado pelo ambiente, fazendo interfirir fatores físicos, psicológicos e afetivos. Desse modo, é preciso que se ofereça à criança um ambiente favorável á aprendizagem, desenvolvendo um trabalho que eleve a auto-estima, fortaleça a confiança, o respeito mútuo, que valorize o aluno. É fundamental também que se ofereça um ambiente desafiador, onde o nível de tensões e cobranças seja aceitável.
Se paramos para pensar nas muitas crianças que conhecemos, lembraremos que muitas delas demoram para aprender a falar, outras têm dificuldade ou nem conseguem mesmo adquirir outras habilidades de comunicação, algumas têm grande dificuldade nas percepção auditivas ou na visual, entre outras dificuldades que podem encontrar e grande parte dessas crianças chega a sofrer, tão difícil se torna para elas aprender a ler, soletrar, escrever ou calcular.
E é nessa hora que os professores e outros profissionais envolvidos no processo de aprendizagem dessa criança precisam buscar os fatores que podem estar causando dificuldades no processo.
Aprender é um processo durante o qual o indivíduo é estimulado pelo ambiente, fazendo interfirir fatores físicos, psicológicos e afetivos. Desse modo, é preciso que se ofereça à criança um ambiente favorável á aprendizagem, desenvolvendo um trabalho que eleve a auto-estima, fortaleça a confiança, o respeito mútuo, que valorize o aluno. É fundamental também que se ofereça um ambiente desafiador, onde o nível de tensões e cobranças seja aceitável.
Se paramos para pensar nas muitas crianças que conhecemos, lembraremos que muitas delas demoram para aprender a falar, outras têm dificuldade ou nem conseguem mesmo adquirir outras habilidades de comunicação, algumas têm grande dificuldade nas percepção auditivas ou na visual, entre outras dificuldades que podem encontrar e grande parte dessas crianças chega a sofrer, tão difícil se torna para elas aprender a ler, soletrar, escrever ou calcular.
O que precisamos entender é que algumas crianças têm dificuldade com a linguagem, mas não são deficientes auditivas, outras não percebem visualmente, mas não são deficientes visuais e ainda existem as que não conseguem aprender através de métodos comuns de ensino, mas não são deficientes mentais. Estas crianças formam um grupo heterogêneo, têm dificuldade para aprender por diversos motivos, mas têm uma coisa em comum: discrepâncias, ou seja, diferenças intra-individuais, entre capacidade e desempenho. Elas não se encaixam muito bem nas categorias tradicionais de crianças com deficiência .
A heterogeneidade deste grupo torna extremamente difícil a definição de um conceito de dificuldade de aprendizagem, mas de uma maneira geral, define-se ou identifica-se, segundo (KIRK e GALLAGHER, 2000) a partir de dois pontos de referência:
1. etiologia (causa) – é usada pela área médica que costuma a relacionar tais distúrbios a anormalidades no cérebro. Assim, utilizam termos como lesão cerebral, lesão cerebral mínima, disfunção cerebral mínima, distúrbios do sistema nervoso central, entre outros, para descrever distúrbios no desenvolvimento.
2. comportamento – esta terminologia rotula os distúrbios de acordo com seus aspectos comportamentais ou psicológicos e utiliza termos como deficiência da percepção, distúrbios conceituais, incapacidade em leitura, incapacidade em linguagem, incapacidade em matemática, etc.
Se a dificuldade para aprender está relacionada com deficiência mental, auditiva ou visual, por um distúrbio emocional, ou ainda falta de oportunidade, estão excluídos da denominação distúrbio de aprendizagem. Isso não quer dizer que as pessoas com deficiência não possam também ter distúrbios da aprendizagem. Podem até ter, mas não estão incluídos nesta nomenclatura.
Problemas Visuais Perceptuais:
• Dificuldade de distinção de vários formatos e tamanhos;
• Dificuldade de colorir, escrever e recortar;
• Falta de estabilidade no uso das mãos; trocando a direita e a esquerda muitas vezes para realizar uma tarefa;
• Letras e palavras ao contrário.
• Dificuldade de colorir, escrever e recortar;
• Falta de estabilidade no uso das mãos; trocando a direita e a esquerda muitas vezes para realizar uma tarefa;
• Letras e palavras ao contrário.
Problemas de Memória e Atenção:
• Dificuldade de concentração.
• Não ouve bem;
• Esquece fácil;
• Não é capaz de seguir instruções com vários passos.
• Não ouve bem;
• Esquece fácil;
• Não é capaz de seguir instruções com vários passos.
Deficiência de Linguagem:
• Demora no desenvolvimento da linguagem;
• Tem dificuldades de formar sentenças e encontrar palavras certas.
• Tem dificuldades de formar sentenças e encontrar palavras certas.
Problemas de Leitura:
• Problema com os sons das palavras;
• Dificuldade de entender palavras e conceitos;
• Troca letras por ordem incorreta ou letras erradas.
A aprendizagem depende basicamente da motivação. Muitas vezes o que se chama de dificuldade de aprendizagem é basicamente "dificuldade de ensino". É sabido que cada indivíduo aprende de uma forma diferente, conforme seu canal perceptivo preferencial. Quando o que lhe é ensinado não o motiva suficientemente, ou lhe chega de forma diferente de seu canal preferencial (de acordo com o canal preferencial de quem lhe ensina), então a compreensão ou o aprendizado não se completa.
• Dificuldade de entender palavras e conceitos;
• Troca letras por ordem incorreta ou letras erradas.
A aprendizagem depende basicamente da motivação. Muitas vezes o que se chama de dificuldade de aprendizagem é basicamente "dificuldade de ensino". É sabido que cada indivíduo aprende de uma forma diferente, conforme seu canal perceptivo preferencial. Quando o que lhe é ensinado não o motiva suficientemente, ou lhe chega de forma diferente de seu canal preferencial (de acordo com o canal preferencial de quem lhe ensina), então a compreensão ou o aprendizado não se completa.
É necessário a identificação do problema, esforço, compreensão, colaboração e flexibilização de todas as partes envolvidas no processo: criança, pais, professores e orientadores.
Não se pode diagnosticar que uma criança tem dificuldade de aprendizagem só porque ele não atingiu os objetivos do professor é preciso que se faça uma investigação muita cuidadosa procurando saber quais são realmente as causas e fatores que contribuem para esse problema de aprendizagem, para depois fazermos uma intervenção diagnóstica do aluno.
Podemos definir que a aprendizagem é o processo que evolui com a estimulação do ambiente sobre o indivíduo que sofre interferência dos fatores físicos,psicológicos e afetivo. Assim, propiciar um ambiente favorável á aprendizagem em que sejam trabalhadas a auto-estima, a confiança, o respeito mútuo, a valorização do aluno, sem contudo esquecermos da importância de um ambiente desafiador, mas que mantenha um nível aceitável de tensões e cobranças, são algumas das situações que devem ser pensadas e avaliadas pelos educadores na condução do seu trabalho.
Referência:
KIRK, Samuel A. e GALLAGHER, James J. Educação da Criança Excepcional. SãoPaulo: Martins Fontes, 2000.
REALMENTE EXISTE DIFICULDADE DE APRENDIZAGEM NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO????
Dificuldades de Aprendizagem no Processo de Alfabetização
Autoras: Nelci Soares Pérsio e Eunice Barros Ferreira Bertoso
Resumo
Quando pensamos em dificuldades de aprendizagem vem a nossa mente algo do tipo, incapacidade que o indivíduo apresenta para realizar uma determinada atividade (tarefa). Então a função da escola é propiciar aos alunos caminhos para que eles aprendam cada vez mais e possibilitem aos mesmos atuar criticamente em seu meio social. Propor práticas discursivas de leitura e escrita tendem a ajudar estas crianças em suas dificuldades. Tendo como objetivo analisar as dificuldades de alfabetização. Verificando os métodos para identificá-las e tratá-las. A metodologia utilizada neste estudo será a pesquisa em fontes bibliográficas (livros, artigos). Os resultados permitirão a possibilidade de identificação das dificuldades de aprendizagem no processo de alfabetização e como tratá-las logo no início. O tratamento se dá no início pela observação para depois ingressar no acompanhamento psicológico, terapêutico e também acompanhamento psicopedagógico oferecido pela equipe escolar em sala de aula ou fora dela. Muitas das atividades trabalhadas no dia-a-dia escolar ajudam a criança no desenvolvimento de suas faculdades intelectuais (escrita e leitura).
1.0 Introdução
Quando pensamos em dificuldades de aprendizagem vem a nossa mente algo do tipo, incapacidade que o indivíduo apresenta para realizar uma determinada atividade (tarefa).
De acordo com (GRIGORENKO, STERNEMBERG, 2003, p.29)
“Dificuldade de aprendizagem significa um distúrbio em um ou mais dos processos psicológicos básicos envolvidos no entendimento ou no uso da linguagem, falada ou escrita, que pode se manifestar em uma aptidão imperfeita para ouvir, pensar, falar, ler, escrever, soletrar ou realizar cálculos matemáticos”.
Quando a criança começa a ler, a maioria dos alunos tende a ver as palavras como imagens, com uma forma particular ou um padrão. Eles tendem a não compreender que uma palavra é composta de letras usadas em combinações particulares, que correspondem ao som falado. É essencial que os alunos sejam ensinados e aprendam a arte básica de decodificação e soletração desde o inicio.
A ação de escrever exige também da parte da criança uma ação de analise deliberada. Quando fala, ela tem consciência das operações mentais que executa. Quando escreve, ela tem de tomar consciência da estrutura sonora de cada palavra, tem de dissecá-la e produzi-la em símbolos alfabéticos que tem de ser memorizado e estudado de antemão. (Vygotsky, 1979) Segundo o autor podemos concluir que a dificuldade de aprendizagem é um distúrbio psicológico que causa problemas a criança, quando esta se encontra no início do processo de alfabetização.
Já para (SMITYH, STRICK, 2001, P.14)
dificuldades de aprendizagem são “... problemas neurológicos que afetam a capacidade do cérebro para entender, recordar ou comunicar informações”.
A função primordial da escola seria, para grande parte dos educadores, propiciarem aos alunos caminhos para que eles aprendam, de forma consciente e consistente, os mecanismos de apropriação de conhecimentos. Assim como a de possibilitar que os alunos atuem, criticamente em seu espaço social. Essa também é a nossa perspectiva de trabalho, pois, uma escola transformadora é a que está consciente de seu papel político na luta contra as desigualdades sociais e assumem a responsabilidade de um ensino eficiente para capacitar seus alunos na conquista da participação cultural e na reivindicação social. (Soares, 1998).
Mas, frequentemente o aprendizado fora dos limites da instituição escolar é muito mais motivador, pois a linguagem da escola nem sempre é a do aluno. Dessa maneira percebemos a escola que exclui, reduz limita e expulsa sua clientela: seja pelo aspecto físico, seja pelas condições de trabalho dos professores, seja pelos altos índices de repetência e evasão escolar ou pela inadaptabilidade dos alunos, pois a norma culta padrão é a única variante aceita, e os mecanismos de naturalização dessa ordem da linguagem são apagados. (Soares, 2003).
A análise das questões sobre a leitura e a escrita está fundamentalmente ligada à concepção que se tem sobre o que é a linguagem e o que é ensinar e aprender. E essas concepções passam, obrigatoriamente, pelos objetivos que se atribuem à escola e à escolarização.
Muitas das abordagens escolares derivam de concepções de ensino e aprendizagem da palavra escrita que reduzem o processo da alfabetização e de leitura a simples decodificação dos símbolos lingüístico. A escola transmite uma concepção de que a escrita é a transcrição da oralidade.
(Cagliari, 1989: 26)
(Cagliari, 1989: 26)
“Parte-se do princípio de que o aprendiz deve unicamente conhecer a estrutura da escrita, sua organização em unidades e seus princípios fundamentais, que incluiriam basicamente algumas das noções sobre a relação entre escrita e oralidade, para que possua os pré-requisitos, aprenda e desenvolva as atividades de leitura e de produção da escrita”.
Mas a escrita ultrapassa sua estruturação e a relação entre o que se escreve e como se escreve demonstra a perspectiva de onde se enuncia e a intencionalidade das formas escolhidas. A leitura, por sua vez, ultrapassa a mera decodificação porque é um processo de (re) atribuição de sentidos. Essa seria uma concepção de leitura e escrita como decifração de signos lingüísticos transparentes, e de ensino e aprendizagem como um processo cumulativo.
Já na visão contemporânea a construção dos sentidos, seja pela fala, pela escrita ou pela leitura, está diretamente relacionada às atividades discursivas e às práticas sociais as quais os sujeitos têm acesso ao longo de seu processo histórico de socialização. As atividades discursivas podem ser compreendidas como as ações de enunciado que representam o assunto que é objeto da interlocução e orientam a interação. A construção das atividades discursivas dá-se no espaço das práticas discursivas.
Como dito anteriormente, estamos propondo as práticas discursivas de leitura e escrita como fenômenos sociais que ultrapassam os limites da escola. Partimos do princípio de que o trabalho realizado por meio da leitura e da produção de textos é muito mais que decodificação de signos lingüísticos, ao contrário, é um processo de construção de significado e atribuição de sentidos. Pressupomos, também que a leitura e a escrita são atividades dialógicas que ocorrem no meio social através do processo histórico da humanização.
Creio que este trabalho contribuirá para que seja identificado com mais agilidade as dificuldades na aprendizagem, bem como, sugestões de atividades praticas.
2.0 Objetivos
2.1 Objetivo Geral
Analisar as principais dificuldades de aprendizagem na alfabetização.
2.2 Objetivo Específico
Compreender as dificuldades de leitura e escrita no processo de alfabetização.
3.0 Método
Para a realização do estudo, a abordagem metodológica utilizada foi a Revisão Bibliográfica, consultando-se fontes de dados online, artigos científicos, revistas, livros e bibliotecas para o devido enriquecimento do trabalho. As discussões dos resultados foram feitas a partir da pesquisa em vários bancos de dados. Os resultados baseiam-se nas contribuições dos sujeitos pesquisado (Revisão Bibliográfica): CORREIA, L. M.(1983); FERREIRO, Emília; FONSECA, Vitor da; GOULART, C. M.
4.0 Discussão
O termo dificuldade de aprendizagem surgiu em 1962 com o fim de situar esta problemática num contexto educacional, tentando, assim, retirar-lhe o estigma clínico que caracterizava. Surge, então, uma primeira definição proposta por Kirk (1962) em que era bem evidente a ênfase dada à componente educacional e o distanciamento, em termos biológicos, de outras problemáticas, tal como deficiência mental, privação cultural, entre outras.
Segundo Barbara Bateman (1965), citado por Correia e Martins, o termo engloba três fatores importantes:
“discrepância (a criança com DA é considerada como possuindo um potencial intelectual acima da sua realização escolar); irrelevância da disfunção do sistema nervoso central (para determinação dos problemas educacionais da criança não era capital evidenciar uma possível lesão cerebral); e exclusão(as DA da criança não eram devidas a deficiência mental, perturbação emocional, deficiência visual ou auditiva ou a privação educacional ou cultural)”.
Estas duas definições deram a base fundamental das DA. A mais aceita internacionalmente, é a que figura na Individuals with Disabilities education Act (IDEA), que diz o seguinte:
“Dificuldades de aprendizagem específica” significam uma perturbação num ou mais dos processos psicológicos básicos envolvidos na compreensão ou utilização da linguagem falada ou escrita, que pode manifestar-se por uma aptidão imperfeita de escutar, pensar, ler, escrever, soletrar, ou fazer cálculos matemáticos. O termo inclui condições com problemas perceptivos, lesão cerebral, disfunção cerebral mínima, dislexia e afasia de desenvolvimento. O termo não engloba as crianças que tem problemas de aprendizagem resultantes principalmente de deficiências visuais, auditivas ou motoras, de deficiência mental, de perturbação emocional ou de desvantagens ambientais, culturais ou econômicas. (Federal Register, 1997, p.65083, citado por Correia, 1991).
Para Garcia, as causas que produzem esse transtorno podem ser diversas, desde fatores hereditários, passando por distinta etiologia cerebral, até a ausência de estimulação. O certo é que produz dificuldades na elaboração de imagens globais; o que afeta a compreensão oral e escrita, a dificuldade no seguir instruções, dificuldades de julgar causas e efeitos ou dificuldades com a linguagem metafórica ou senso de humor, posto que isto implica a extração de totalidades significativas e relevantes.
As dificuldades de aprendizagem da leitura surgem por dissociações no desenvolvimento das correspondências entre os códigos ortográficos e fonológicos e as conexões múltiplas. Quando não se desenvolvem as conexões específicas entre os códigos entre os códigos específicos ortográfico-fonológicos tradicionais, e múltiplos, surgirão dificuldades de aprendizagem da leitura. Daí que as técnicas instrucionais tradicionais, que favorecem ou a imagem da palavra ou aspectos fônicos ou a análise estrutural, podem contribuir para que dissociações não se produzam ou, se apoiamos a técnica em excesso, se produzam. Esta explicação, atraente e simples, parece apoiar-se empiricamente na avaliação, selecionada teoricamente, e na intervenção.
O ideal é iniciar a instrução enfatizando o desenvolvimento dos códigos ortográficos e fonológicos, o que indiciaria muito positivamente na aquisição do reconhecimento da palavra em maior grau do que nas estratégias tradicionais. (GARCIA, 1998).
Emília Ferreiro e Ana Teberosky atestam que as crianças não entram vazias para as escolas, sem saberem de nada sobre a língua e a linguagem. Para elas, toda criança passa por quatro fases antes de serem alfabetizadas:
1)Pré-silábica; 2)Silábica; 3)Silábico-alfabética; 4)Alfabética:
“A criança que adquire autoconfiança e bem estar na interpretação de seus constructos, desenvolveu boa concentração e certamente terá melhor desempenho na escrita e na leitura”.
Apesar de a criança construir seu próprio conhecimento, no que se refere à alfabetização, cabe ao professor, organizar atividades que favoreçam a reflexão sobre a escrita. “A criança precisa se sentir segura para expressar-se com mais facilidade, o que a ajudará no seu processo de leitura e escrita”.
Segundo as autoras, a criança tem que aprender a ter confiança em si mesma para expressar-se com mais facilidade.
Quando criança apresenta deficiências no processamento da linguagem: Essas crianças podem ter problemas com qualquer aspecto da linguagem, como por exemplo, ouvir as palavras corretamente e entender os seus significado. As dificuldades apresentadas por estas crianças começam com a linguagem falada o que ocasionalmente interfere na leitura e escrita, no período em que a criança ingressa na escola. Alguns sintomas que devem ser observados: atraso para aprender a falar; tem problemas para citar nomes de objetos ou de pessoas; usa uma gramática pobre; com freqüência, pronuncia mal as palavras; com freqüência, usa gestos com as mãos ou a linguagem corporal para ajudar a transmitir a mensagem; evita falar; demonstra pouco interesse por livros ou historias; com frenquencia, não compreende ou não recorda instruções.
A deficiência também pode ser na língua escrita e devem ser observados os seguintes itens: atrasos significativos para aprender a ler; dificuldade na citação de nomes de letras; problemas para associar letras a sons, discriminar os sons nas palavras, mesclar sons para formar palavras; tenta adivinhar palavras estranhas, ao invés de usar habilidades de analise da palavra; Lê muito lentamente; fraca retenção de novas palavras no vocabulário; antipatiza com a leitura, evitando-a.
Para identificar uma possível deficiência é necessário que o aluno apresente alguns dos itens relacionados.
Principais problemas de aprendizagens:
Principais problemas de aprendizagens:
Problemas graves de comunicação: A criança com dificuldades de aprendizagem pode apresentar um bloqueio ao se expressar com outros.
Mutismo seletivo: é uma condição de ansiedade social, na qual uma pessoa que é capaz de falar é incapaz de expressar-se verbalmente dadas certas situações.
Dislalias: a dislalia (do grego dys + lalia) é um distúrbio da fala, caracterizado pela dificuldade em articular as palavras. Basicamente consiste na má pronúncia das palavras, seja omitindo ou acrescentando fonemas, trocando um fonema por outro ou ainda distorcendo-os ordenadamente.
Disglossias: É caracterizada por uma dificuldade na produção oral ocasionada por alterações anatômicas e/ou fisiológicas dos órgãos envolvidos na fala e cuja causa seja de origem periférica, não relacionada diretamente com alterações neuropsicológicas. Existem diversas causas que incluem: malformações congênitas craniofaciais, transtornos do crescimento que afetam diretamente os órgãos da fala e anomalias adquiridas como conseqüência de lesões na estrutura orofacial ou extirpações cirúrgicas. Má oclusão por malformações; atresia ou ressecção mandibular; lábio leporino com ou sem fissura palatina; traumatismos craniofaciais; véu palatino paralisado, alongado ou fissurado; anquiloglosia; glosectomia; paralisia da língua e alterações na cavidade nasal são algumas das causas de disglossia.
Atraso da fala: Algumas crianças apresentam perturbação no desenvolvimento da linguagem que não pode ser explicado por déficits de percepção sensorial, capacidades intelectuais ou funcionamento motor ou sócio-econômico. Os atrasos de linguagem podem acarretar dificuldades em toda a vida do sujeito, pois a aquisição de linguagem acontece como uma continuidade durante todo o desenvolvimento. Alguns processos facilitadores da fala, vocábulo restrito, uso reduzido de artigos, preposições, expressões incorretas de tempos verbais evidenciam uma habilidade reduzida do uso da língua, caracterizando um atraso leve de linguagem. Quanto maior a intensidade das características acima citadas maior é a complexidade e o agravamento do grau do atraso na linguagem.
Disfemias: são perturbações intermitentes na emissão das palavras, sem que existam alterações dos órgãos da expressão. Neste grupo de transtornos da linguagem o distúrbio mais importante é a gagueira (tartamudez).
Afasia: a afasia é uma deterioração da função da linguagem, depois de ter sido adquirida de maneira normal e sem déficit intelectual correlativo. Caracteriza-se por dificuldade em nomear pessoas e objectos. Podem levar a um discurso vago ou vazio caracterizado por longos circunlóquios e pelo uso excessivo de referências indefinidas como "coisa" ou "aquilo". Pode evoluir para um comprometimento grave da linguagem escrita e falada e da repetição da linguagem.
Disfasia: (Disfasia/Audiomudez).Transtornos raros da evolução da linguagem. Trata-se de crianças que apresentam um transtorno da integração da linguagem sem insuficiência sensorial ou fona tória; que podem, embora com dificuldade, comunicar-se verbalmente e cujo nível mental é considerado normal.
Dislexia: a dislexia (da contração das palavras gregas: dis = difícil, prejudicada, e lexis = palavra) caracteriza-se por uma dificuldade na área da leitura, escrita e soletração. A dislexia costuma ser identificada nas salas de aula durante a alfabetização sendo comum provocar uma defasagem inicial de aprendizado.
A dislexia, segundo Jean Dubois et al. (1993, p.197), é um defeito de aprendizagem da leitura caracterizado por dificuldades na correspondência entre símbolos gráficos, às vezes mal reconhecidos, e fonemas, muitas vezes, mal identificados.
A dislexia não é uma doença. É apenas um bloqueio apresentado por crianças que encontram-se no início do processo de alfabetização.A dislexia é caracterizadapela dificuldade de aprendizagem na leitura e escrita.Pessoas disléxicas apresentam dificuldades na associação do som à letra(alfabeto) e também tendem a trocar algumas letras ou mesmo escrevê-las na ordem inversa.
A dislexia, segundo Jean Dubois et al. (1993, p.197), é um defeito de aprendizagem da leitura caracterizado por dificuldades na correspondência entre símbolos gráficos, às vezes mal reconhecidos, e fonemas, muitas vezes, mal identificados.
A dislexia não é uma doença. É apenas um bloqueio apresentado por crianças que encontram-se no início do processo de alfabetização.A dislexia é caracterizadapela dificuldade de aprendizagem na leitura e escrita.Pessoas disléxicas apresentam dificuldades na associação do som à letra(alfabeto) e também tendem a trocar algumas letras ou mesmo escrevê-las na ordem inversa.
Hiperatividade: Alguns fatores de desenvolvimento no início da infância como o bebê com dificuldades para dormir e para se acalmar, possam colocar essa criança no grupo de risco de ser uma criança hiperativa. “[...] Embora os profissionais não rotulem uma criança antes de ela ter no mínimo cinco anos [...]”(GOLDESTEIN, 1998,p.22.).
O diagnóstico de hiperatividade é difícil e complexo. Vejamos alguns pontos comuns:
* Desatenção e agitação: uma criança hiperativa não consegue se concentrar.
* Impulsividade: crianças hiperativas muitas vezes não pensam antes de agir, o que resulta num comportamento inadequado.
A hiperatividade é um problema muito complexo e se não for tratado na infância traz conseqüências drásticas pelo resto da vida.
O diagnóstico de hiperatividade é difícil e complexo. Vejamos alguns pontos comuns:
* Desatenção e agitação: uma criança hiperativa não consegue se concentrar.
* Impulsividade: crianças hiperativas muitas vezes não pensam antes de agir, o que resulta num comportamento inadequado.
A hiperatividade é um problema muito complexo e se não for tratado na infância traz conseqüências drásticas pelo resto da vida.
“As crianças com dificuldades de aprendizagem frequentemente têm problemas em mais de uma área”. Por exemplo, a deficiência primária de uma criança (aquela que está causando mais problemas na escola) pode envolver problemas com a compreensão da linguagem, mas ela também pode ter problemas com a concentração e estar um pouco atrasada no desenvolvimento de sua coordenação motora fina. Em casos como esse, é necessário compreender não apenas cada uma das deficiências, mas também como podem complicar umas as outras. Para “maximinizarem-se as chances de melhora, todas as deficiências precisam ser abordadas”.
“As dificuldades de aprendizagem não desaparecem, quando uma criança volta para casa após a escola”. Essas condições afetam o modo como uma criança percebe o mundo, de forma que influenciam a conduta em casa e os relacionamentos sociais e familiares, bem como o desempenho escolar. Grande parte do comportamento que parecem descuidado ou mesmo propositadamente perturbador (como uma dificuldade para ser pontual, perder as coisas ou o fracasso crônico para completar tarefas) pode estar relacionada, em parte, com os problemas de aprendizagem da criança. Os pais que entendem a natureza da deficiência do filho estão na melhor posição para desenvolverem expectativas realísticas – e eles também pouparão a si mesmos muitos incômodos e agravamentos inúteis”.
“As dificuldades de aprendizagem podem produzir conseqüências emocionais. As razões não são nenhum mistério. Como você poderia sentir-se se enfrentasse uma exigência diária para fazer algo que não consegue fazer (ler um livro em sânscrito, por exemplo)? Dia após dia você se esforça, sem sucesso. Você ficaria frustrado? Ansioso? Irritado? Agora, suponhamos que você seja o único em um grupo de 25 pessoas que não consegue executar essa tarefa. Todos os seus companheiros já estão no sânscrito intermediário, e você não consegue sair da primeira página. Seus professores e aqueles que você ama estão ficando impacientes. É claro que você pode fazer isso, eles insistem- tudo o que tem a fazer é tentar!”.
A identificação das DA deve ser feita o mais rápido possível. Cabe aos professores-educadores e pais identificá-las, observando o comportamento apresentado pelas crianças.
Neste sentido, requer-se que qualquer aluno possa ter a sua disposição um conjunto de serviços adequados as suas necessidades, prestados, sempre que possível, na classe regular. Para alunos com dificuldades de aprendizagens, no que diz respeito a serviços educacionais na classe regular, há que considerar um conjunto de fatores que podem facilitar a sua aprendizagem, reestruturando o ambiente educativo, dando instruções simples sobre as tarefas escolares, ajustando os horários (sê necessário, dar um tempo a mais, ou menos atividades), alterar os textos e das atividades de casa, fazer uso da tecnologia de informação e de comunicação, rever a proposta de avaliação. Sê necessário, alguns serviços educacionais (serviços de psicologia, fonoaudióloga, terapia ocupacional, psicopedagogicos clinico) podem ser feitos fora da classe regular.
A seguir uma lista de verificação que tem por base a Escala de Comportamento Escolar (Correia, 1983) e uma lista de verificação do Centro Nacional Americano para as Dificuldades de Aprendizagem (1997), onde está agrupado um conjunto de sinais que podem ser indicadores de DA.
A seguir uma lista de verificação que tem por base a Escala de Comportamento Escolar (Correia, 1983) e uma lista de verificação do Centro Nacional Americano para as Dificuldades de Aprendizagem (1997), onde está agrupado um conjunto de sinais que podem ser indicadores de DA.
Já que não se trata de uma questão de métodos, é o comportamento do professor em face de sua prática pedagógica que faz diferença. Estes são os principais métodos utilizados pelos professores:
Fônico:
Enfatiza as relações símbolo-som. Há duas “correntes”. Na sintética, o aluno conhece os sons representados pelas letras e combina esses sons para pronunciar palavras. Na analítica, o aluno aprende primeiro uma série de palavras e depois parte para a associação entre o som e as partes das palavras.
Alfabético:
Os alunos primeiro identificam as letras pelos seus nomes, depois soletram as sílabas e, em seguida, as palavras antes de lerem sentenças curtas e, finalmente, histórias. Quando os alunos encontram palavras desconhecidas, as soletram até decodificá-las.
Analítico:
Também conhecido como método “olhar-e-dizer”, começa com unidades completas de linguagem e mais tarde as divide em partes. Exemplo: as sentenças são divididas em palavras, e as palavras, em sons. O “Orbis Sensualium Pictus” é considerado o primeiro livro escolar importante. Abaixo das gravuras estavam os nomes impressos para que os estudantes memorizassem as palavras, sem associá-las as letras e sons.
Sintético:
Começa a ensinar por partes ou elementos das palavras, tais como letras, sons ou sílabas, para depois combiná-los em palavras. A ênfase é a correspondência som-símbolo.
A apropriação da linguagem escrita, na perspectiva das práticas sociais letradas, vem sendo estudada como uma aprendizagem conceitual de grande complexidade.
O trabalho pedagógico realizado nas classes de alfabetização, em geral, não se tem mostrado suficiente para formar leitores, escritores proficientes (GOULART, 2000).
É possível constarmos que há um alto índice de fracasso escolar, principalmente nas classes de alfabetização. O que preocupa muito a escola e a sociedade.
MORAIS (1994) afirma:
“(...) com freqüência os professores procuram explicar por que o aluno não aprende, atribuindo a culpa, apressadamente, a aspectos isolados, deficiências de natureza biológica, psicológica e cultural, carências de diferentes tipos, em detrimento de pesquisas mais abrangentes e de análises mais criteriosas capazes de esclarecer a situação.”
Já para FONSECA (1995):
“as dificuldades de aprendizagem aumentam na presença de escolas superlotadas e mal equipadas, além de contarem com muitos professores “desmotivados”. A escola não pode continuar a ser uma fábrica de insucesso”.
Segundo FONSECA, podemos concluir que os professores assim, como as escolas devem trabalhar com competência e dedicação (revendo seus métodos de ensino e adaptando-os quando necessário), para atraírem os alunos para a escola, onde terão a oportunidade de aprender a ler e escrever. E também a melhorar as estatísticas quanto ao fracasso escolar, embora, não podemos negar que independente do tipo de escola ou sala de aula há alunos que realmente, apresentam dificuldades de aprendizagem e devem ser diagnosticado e tratado devidamente por um profissional competente e ter o apoio do professor e da família.
De quem é a responsabilidade quando uma criança apresenta dificuldades de aprendizagem na alfabetização? O que fazer?
Os pais, a escola (professor) e a criança devem estar em sintonia, cada um fazendo sua parte. A responsabilidade é de todos. Cada um deve fazer a sua parte. Na escola a criança vai receber ajuda do professor, e em casa deve ser auxiliado pelos pais. Pais e professor devem auxiliar a criança que está em processo de aprendizagem, para que ela venha a desenvolver-se.
5.0 Considerações finais
Tfouni (1995) refere-se à alfabetização como um processo individual de aquisição da escrita, o que envolve aprendizagem de habilidades para leitura, escrita e práticas de linguagem. Caracteriza-se pela incompletude, “já que a sociedade está em contínuo processo de mudança, e atualização individual para acompanhar essas mudanças é constante”. (p.15).
As dificuldades de aprendizagem na alfabetização devem ser tratadas. O primeiro passo é a observação por parte dos professores e dos pais, para juntos buscarem ajuda de outros profissionais. Esta ajuda é uma avaliação que será feita tendo por finalidade verificar se o aluno obedece a um conjunto de critérios, ou regras simples e se tem problemas de concentração e de atenção; com isso os profissionais irão verificar se o nível de inteligência desta criança está na média ou acima dela. A partir daí este aluno será atendido por estes profissionais, que farão intervenções adequadas (disponibilizando serviços de acompanhamento de Psicologia, de terapia da fala de acordo com as necessidades do aluno) para prevenir ou reduzir este problema de dificuldade de aprendizagem.
Algumas sugestões de atividades para se trabalhar em sala de aula com a criança que apresenta dificuldades de aprendizagem. Primeiramente a parte de psicomotricidade: esquema corporal, lateralidade, estruturação espacial, orientação temporal, pré-escrita. Ao aplicar estas atividades o (a) professor (a) deve estar atento ao comportamento apresentado pelo aluno. E não exigir que ele aprenda tudo num primeiro momento; cada criança aprende a seu tempo.Depois vem a parte de Cognição: percepção, memória visual, auditiva e visomotora, atenção, raciocínio, linguagem e compreensão da leitura. O professor deve trabalhar estas atividades de forma clara e objetiva, facilitando a compreensão da criança e seu desenvolvimento.
Um ponto que não podemos esquecer-nos de frisar é que estes profissionais que lidam com alunos com dificuldades de aprendizagem têm que estar em constante processo de formação para atender de forma adequada estes alunos e os pais.
A escola (professores, gestores) deve incentivar e contribuir para com a família e o aluno buscando ajuda e mais conhecimentos para lidar com as dificuldades de aprendizagem; apresentando-se como uma comunidade escolar ativa e dinâmica que almeja melhorias na qualidade do atendimento escolar e psicológico de seus alunos.
Referências Bibliográficas:
CAGLIARI, Tânia. O Professor Refém: para pais e professores entenderem por que fracassa a educação no Brasil. Rio de Janeiro. Record.
CORREIA, L. M.(1983). Escala de Comportamento Escolar. Porto: Porto Editora.
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FONSECA, Vitor da.Introdução ás dificuldades de aprendizagem. 2ª ed.Porto Alegre, Artmed: 1995.
GARCÍA, Jesus Nicasio. (1998). Manual de dificuldades de aprendizagem: linguagem, leitura, escrita e matemática. Tradução de Jussara Haubert Rodrigues. Porto Alegre: Artes Médicas.
GOLDESTEIN, Sam. Hiperatividade: Como desenvolver a capacidade de atenção da criança. 4 ed. Campinas: PAPIRUS,1998.
GOULART, C. M.A apropriação da linguagem escrita e o trabalho alfabetizador na escola. Cad. Pesquisa. Nº. 110-São Paulo, Julho de 2000.
GRIGORENKO, Elena L. STERNBERG, Robert J. Crianças Rotuladas-O que é Necessário Saber sobre as Dificuldades de Aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2003.
KIRK, S. A. (1962). Educating Exceptional Children. Boston: Houghton Mifflin.
MORAIS, A.M.P. A relação entre a consciência fonológica e as dificuldades de leitura. Dissertação de Mestrado, PUC-SP, 1994.
POLITY, Elizabeth. Dificuldade de aprendizagem construindo novas narrativas. São Paulo: Vetor, 2001.
SHIMITH, Corinne. Dificuldades de aprendizagem de A a Z. Porto Alegre: Artes Médicas, 2001.
SOARES, M. Letramento: como avaliar, como medir. In: SOARES, M. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autentica, 1998.
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VYGOTSKY, Lev Semenovich, A construção do pensamento e da linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
Nelci Soares Pérsio: discente, UNASP.
Eunice Barros Ferreira Bertoso: Mestre, docente, orientadora, UNASP.
Eunice Barros Ferreira Bertoso: Mestre, docente, orientadora, UNASP.
VOCÊ SABE PLANEJAR SEU TEMPO?
Administrar o tempo é planejar a vida
Eduardo O C Chaves
Geralmente quem escreve sobre administração do tempo não o faz porque seja especialista na questão, mas, sim, porque quer aprender mais sobre o assunto. Pelo menos foi esse o meu caso. Vou relatar aqui algumas de minhas descobertas, como roteiro para a leitura do quarto texto.
1) Administrar o tempo não é uma questão de ficar contando os minutos dedicados a cada atividade: é uma questão de saber definir prioridades. Provavelmente (numa sociedade complexa como a nossa), NUNCA vamos ter tempo para fazer tudo o que precisamos e desejamos fazer. Saber administrar o tempo é ter clareza cristalina sobre o que, para nós, é mais prioritário, dentre as várias coisas que precisamos e desejamos fazer - e tomar providências para que essas coisas mais prioritárias sejam feitas, sabendo que as outras provavelmente nunca vão ser feitas (mas tudo bem: elas não são prioritárias).
2) Dentre as coisas que vamos listar como prioritárias, algumas estarão ali porque nos são importantes, outras porque são urgentes. Imagino que algo que não é NEM importante NEM urgente não estará na lista de ninguém. E também sei que na lista de todo mundo haverá coisas que são IMPORTANTES E URGENTES. Não resta a menor dúvida de que estas coisas devem ser feitas imediatamente, ou, pelo menos, na primeira oportunidade. Poucas pessoas questionarão isso. O problema surge com coisas que consideramos importantes, mas não urgentes, e com coisas que são urgentes, mas às quais não damos muita importância.
3) Digamos que você considere importante ficar mais tempo com sua família. Por outro lado, você tem que trabalhar x horas por dia. Se o seu trabalho é mais importante do que ficar com a sua família, o problema está resolvido: você trabalha, mesmo que isso prejudique a convivência familiar. Mas e se o trabalho não é mais importante para você do que a convivência familiar? Neste caso, provavelmente o trabalho é urgente, no sentido de que tem que ser feito, pois doutra forma você vai ser despedido (ou perder clientes, se for autônomo ou empresário) e vai ter dificuldades para manter sua família (embora, sem trabalho, provavelmente vai poder passar mais tempo com ela…). Aqui o conflito é entre o importante e o urgente - e é aí que a maior parte de nós se perde, e por uma razão muito simples: algumas das tarefas que temos que realizar não são selecionadas por nós, mas nos são impostas. Isto é: não somos donos de todo o nosso tempo. Não temos, em relação ao nosso tempo, toda a autonomia que gostaríamos de ter. Quando aceitamos um emprego, estamos, na realidade, nos comprometendo a ceder a outrem o nosso tempo (e, também, o nosso esforço, a nossa capacidade, o nosso conhecimento, etc.). Este é um problema real e de solução difícil: não somos donos de boa parte de nosso tempo.
4) Acontece, porém, que geralmente usamos mal o tempo que dedicamos ao trabalho (e, por isso, temos que fazer hora extra ou trazemos trabalho para casa), ou mesmo o tempo que passamos em casa. Usar mal QUER DIZER que muitas vezes usamos o nosso tempo para fazer o que não é nem importante nem urgente, mas apenas algo que sempre fizemos, pela força do hábito. Alguém me disse, quando eu era criança, que a gente nunca deveria abandonar a leitura de um livro, por pior que ele fosse. Que bobagem! Mas quanto tempo desperdicei terminando de ler coisa que de nada me serviu por causa desse conselho! Uma vez me peguei dizendo à minha família que não poderia fazer algo (não me lembro o quê) domingo de manhã porque precisava ler os jornais. Eu lia, religiosamente, a Folha e o Estado aos domingos de manhã (sinto muito, folks: há tempo que não freqüento escola dominical). Lia por hábito. Achava que um professor tem que se manter informado. Mas quando disse que "precisava" ler os jornais me dei conta de que realmente não precisava lê-los. O que é de pior que poderia me acontecer se eu não lesse os jornais, me perguntei. NADA, foi a resposta que tive honestamente que dar. Se houver algo importante nos jornais provavelmente fico sabendo no noticiário da TV, ou na VEJA. Mas daí me perguntei: e preciso ler a VEJA todas as semanas? Resposta: não. Existe algo que eu prefiro ler/fazer naquelas manhãs de domingo que ganhei? Claro, muitas coisas - PARA AS QUAIS EU ANTES NÃO TINHA TEMPO. Ganhei as horas dos jornais, ganhei as horas da VEJA, fui ganhando uma horinha aqui outra ali, para as coisas que eu realmente queria fazer há muito tempo e não achava tempo…
5) Administrar o tempo é ganhar autonomia sobre a sua vida, não é ficar escravo do relógio. É uma batalha constante, que tem que ser ganha todo dia. Se você quer ter a autonomia de decidir passar mais tempo com a família, ou sem fazer nada, você tem que ganhar esse tempo deixando de fazer outras coisas que são menos importantes para você. Em última instância pode ser que você até tenha que, eventualmente, arrumar um outro emprego ou uma outra ocupação.
6) O tempo é distribuído entre as pessoas de forma bem mais democrática que muitos dos outros recursos de que nós dependemos (como, por exemplo, a inteligência). Todos os dias cada um de nós recebe exatamente 24 horas (a menos que seja o último dia de nossas vidas): nem mais, nem menos. Rico não recebe mais do que pobre, professor universitário não recebe mais do que analfabeto, executivo não recebe mais do que operário. Entretanto, apesar desse igualitarismo, uns conseguem realizar uma grande quantidade de coisas num dia - outros, ao final do dia, têm o sentimento de que o dia acabou e não fizeram nada. A diferença é que os primeiros percebem que o tempo, apesar de democraticamente distribuído, é um recurso altamente perecível. Um dia perdido hoje (perdido no sentido de que não realizei nele o que precisaria ou desejaria realizar) não é recuperado depois: é perdido para sempre.
7) Há os que afirmam, hoje, que o recurso mais escasso na nossa sociedade não é dinheiro, não são matérias primas, não é energia, não é nem mesmo inteligência: é tempo. Mas tempo se ganha, ou se faz, deixando de fazer coisas que não são nem importantes nem urgentes e sabendo priorizar aquelas que são importantes e/ou urgentes.
8) Quem tem tempo não é quem não faz nada: é quem consegue administrar o tempo que tem de modo a poder fazer aquilo que quer.
9) Por outro lado, ser produtivo não é equivalente a estar ocupado. Há muitas pessoas que estão o tempo todo ocupadas exatamente porque são improdutivas - não sabem onde concentrar seus esforços e, por isso, ciscam aqui, ciscam ali, mas nunca produzem nada. Ser produtivo é, em primeiro lugar, saber administrar o tempo, ter sentido de direção, saber aonde se vai.
10) Administrar o tempo, em última instância, é planejar estrategicamente a nossa vida. Para isso, precisamos, em primeiro lugar, saber aonde queremos chegar (definição de objetivos). Onde quero estar, o que quero ser, daqui a 5, 10, 25, 50 anos? O segundo passo é começar a estrategiar: transformar objetivos em metas (com prazos e quantificações) e decidir, em linhas gerais, como as metas serão alcançadas. O terceiro passo é criar planos táticos: explorar as alternativas específicas disponíveis para se chegar aonde queremos chegar, escolher fontes de financiamento (emprego, em geral, é fonte de financiamento), etc. Em quarto lugar, fazer o que tem que ser feito. Durante todo o processo, precisamos estar constantemente avaliando os meios que estamos usando, para verificar se estão nos levando mais perto de onde queremos vamos querer estar ao final do processo. Se não, troquemos de meios (procuremos outro emprego, por exemplo).
11) Mas tudo começa com uma verdade tão simples que parece uma platitude: se você não sabe aonde quer chegar, provavelmente nunca vai chegar lá - por mais tempo que tenha.
12) Quando o nosso tempo termina, acaba a nossa vida. Não há maneira de obter mais. Por isso, tempo é vida. Quem administra o tempo ganha vida, mesmo vivendo o mesmo tempo. Prolongar a duração de nossa vida não é algo sobre o qual tenhamos muito controle. Aumentar a nossa vida ganhando tempo dentro da duração que ela tem é algo, porém, que está ao alcance de todos. Basta um pouco de esforço e determinação.
(*) Este artigo é resumo, feito em 1998, de um livreto, Administração do Tempo, que escrevi em 1992.
© Copyright by Eduardo Chaves
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
EDUCAÇÃO AMBIENTAL E INTERNET
A Educação Ambiental na Internet
José Manuel Moran
Especialista em projetos inovadores na educação presencial e a distância
Publicado no livro Avaliando a Educação Ambiental no Brasil, organizado por Rachel Trajber e Larissa Barbosa da Costa.
São Paulo: Peirópolis – ECOAR, 2001, páginas 99-138.
Publicado no livro Avaliando a Educação Ambiental no Brasil, organizado por Rachel Trajber e Larissa Barbosa da Costa.
São Paulo: Peirópolis – ECOAR, 2001, páginas 99-138.
Sites sobre Educação Ambiental
Introdução
Analisar a Educação Ambiental na Internet é uma tarefa complicada, porque os endereços se renovam, modificam com freqüência, aparecem novos sites inesperadamente. Por isso este trabalho é bem datado. Fiz um levantamento e comentários dos principais endereços e alguns CD-ROMS que descobri no primeiro semestre do ano 2000. Eles serão atualizados na página da ONG Ecoar (www.ecoar.org.br).
Como um especialista em educação e educação, mas não especificamente conhecedor em profundidade do campo de educação ambiental, vou limitar-me a fazer um levantamento dos sites que me parecem mais interessantes e estão direcionados para educação ambiental, relatando o seu conteúdo, suas características principais e os problemas que apresentam do ponto de vista estético e pedagógico.
Uma primeira constatação: está aumentando visivelmente o número de sites sobre meio ambiente, ecologia e mais especificamente sobre educação ambiental, o que comprova a importância que o tema vem adquirindo nos últimos anos no Brasil. Com freqüência são colocados novas páginas na Internet sobre o tema, as novas com mais recursos, acompanhando o desenvolvimento da tecnologia.
É difícil distinguir na Internet o que é educação e o que é marketing, só olhando os sites; conhecer que projetos são consistentes e quais são mal desenvolvidos. Precisaríamos ter uma equipe de especialistas em educação ambiental para fazer essa tarefa, mais ligada ao conteúdo específico.
Predominam os sites convencionais, com estrutura semelhante, carregados de informações e textos. A maioria das organizações e grupos utiliza a Internet para divulgar suas atividades e idéias. A linguagem está evoluindo, mas ainda é bastante formal, para quem já conhece o assunto e para quem tem uma formação avançada. É pouco coloquial e atraente, com exceção de alguns sites, para sensibilizar jovens e adultos menos familiarizados com a temática.
Há poucos recursos avançados como o Flash, animações, sons. Muitos sites estão pouco atualizados, com notícias ultrapassadas. A concepção de site (página WEB) é de um grupo falando para os demais, como porta-vozes, de comunicação unilateral. Há pouca interação. Quase não existem fóruns, chats.
É interessante observar que os grupos que trabalham com meio ambiente e educação têm uma visão de mundo avançada, são inovadores. Mas do ponto de vista pedagógico reproduzem a escola tradicional, onde o professor fala e os alunos escutam. Não aproveitam as possibilidades de participação da Internet. O discurso é novo, mas as práticas são tradicionais. Não há cursos a distância sobre educação ambiental. Os cursos propostos até agora são presenciais.
A questão ambiental é bastante focada na natureza, no desmatamento, na flora e na fauna. Falta em muitos sites uma visão mais política, mais abrangente e estrutural da questão ambiental.
Surgem alguns sites mais voltados para as crianças e os jovens com concepções mais modernas. São mais coloridos, movimentados, com jogos e estilo atraentes.
Os CDs analisados são poucos, mas, em geral, possuem boa qualidade técnica e estética. Alguns são enciclopédias de plantas e animais, que servem como banco de dados para consulta. Outros falam de projetos e desenvolvem atividades lúdicas, misturando pesquisa, diversão e jogo. São bem mais interativos que os sites da Internet e os seus recursos, em geral, são mais avançados.
Há pouco som e movimento nas páginas, em geral. Em parte se deve à dificuldade de acesso rápido pela maioria. Mesmo assim hoje já é possível colocar sons e pequenos vídeos sem sobrecarregar a conexão ou criar dois tipos de acesso para conexões mais lentas e rápidas. Com a chegada da banda larga haverá menos diferenciação entre o material para a CD e para Internet. Os sites terão muito mais vídeos, sons e interação e poderão ser muito mais úteis para todas as formas de educação ambiental.
Como a Educação Ambiental é uma preocupação cada vez maior para todos os setores educacionais e será obrigatória a partir de agora na escola, o papel da Internet será importantíssimo para o desenvolvimento de cursos, projetos, pesquisas, discussões tanto em cursos formais como informais, dentro e fora da sala de aula. Ainda nos falta muito caminho por recorrer, mas ele se apresenta de forma extremamente promissora e fascinante para todos nós educadores e sociedade.
O computador e a Internet:propostas metodológicas
Com a Internet podemos modificar mais facilmente a forma de ensinar e aprender tanto nos cursos presenciais como nos a distância. São muitos os caminhos, que dependerão da situação concreta em que o professor se encontrar: número de alunos, tecnologias disponíveis, duração das aulas, quantidade total de aulas que o professor dá por semana, apoio institucional. Alguns parecem ser, atualmente, mais viáveis e produtivos.
No começo procurar estabelecer uma relação empática com os alunos, procurando conhecê-los, fazendo um mapeamento dos seus interesses, formação e perspectivas futuras. A preocupação com os alunos, a forma de relacionar-nos com eles é fundamental para o sucesso pedagógico. Os alunos captam se o professor gosta de ensinar e principalmente se gosta deles e isso facilita a sua prontidão para aprender.
Vale a pena descobrir as competências dos alunos que temos em cada classe, que contribuições podem dar ao nosso curso. Não vamos impor um projeto fechado de curso, mas um programa com as grandes diretrizes delineadas e onde vamos construindo caminhos de aprendizagem em cada etapa, estando atentos - professor e alunos - para avançar da forma mais rica possível em cada momento
É importante mostrar aos alunos o que vamos ganhar ao longo do semestre, por que vale a pena estarmos juntos. Procurar motivá-los para aprender, para avançar, para a importância da sua participação, para o processo de aula-pesquisa e para as tecnologias que iremos utilizar, entre elas a Internet.
O professor pode criar uma página pessoal na Internet, como espaço virtual de encontro e divulgação, um lugar de referência para cada matéria e para cada aluno. Essa página pode ampliar o alcance do trabalho do professor, de divulgação de suas idéias e propostas, de contato com pessoas fora da universidade ou escola. Num primeiro momento a página pessoal é importante como referência virtual, como ponto de encontro permanente entre ele e os alunos. A página pode ser aberta a qualquer pessoa ou só para os alunos, dependerá de cada situação. O importante é que professor e alunos tenham um espaço, além do presencial, de encontro e visibilização virtual.
Hoje começamos a ter acesso a programas que facilitam a criação de ambientes virtuais, que colocam alunos e professores juntos na Internet. Programas como o Eureka da PUC de Curitiba, o LearningSpace da Lotus-IBM, o WEBCT, o Aulanet da PUC do Rio de Janeiro, o FirstClass, o Universite, Blacboard e outros semelhantes permitem que o Professor disponibilize o seu curso, oriente as atividades dos alunos, e que estes criem suas páginas, participem de pesquisa em grupos, discutam assuntos em fóruns ou chats. O curso pode ser construído aos poucos, as interações ficam registradas, as entradas e saídas dos alunos monitoradas. O papel do professor se amplia significativamente. Do informador, que dita conteúdo, se transforma em orientador de aprendizagem, em gerenciador de pesquisa e comunicação, dentro e fora da sala de aula, de um processo que caminha para ser semi-presencial, aproveitando o melhor do que podemos fazer na sala de aula e no ambiente virtual.
O professor, tendo uma visão pedagógica inovadora, aberta, que pressupõe a participação dos alunos, pode utilizar algumas ferramentas simples da Internet para melhorar a interação presencial-virtual entre todos.
Lista eletrônica
Em relação à Internet, procurar que os alunos dominem as ferramentas da WEB, que aprendam a navegar e que todos tenham seu endereço eletrônico (e-mail). Com os e-mails de todos criar uma lista interna de cada turma.
A lista eletrônica interna ajuda a criar uma conexão virtual permanente entre o professor e os alunos, a levar informações importantes para o grupo, orientação bibliográfica, de pesquisa, a dirimir dúvidas, a trocarmos sugestões, envio de textos, de trabalhos.
A lista eletrônica é um novo campo de interação que se acrescenta ao que começa na sala de aula, no contato físico e que depende dele. Se houver interação real na sala, a lista acrescenta uma nova dimensão, mais rica. Se no presencial houver pouca interação, provavelmente também não a haverá no virtual.
Aulas-pesquisa
Podemos transformar uma parte das aulas em processos contínuos de informação, comunicação e de pesquisa, onde vamos construindo o conhecimento equilibrando o individual e o grupal, entre o professor-coordenador-facilitador e os alunos-participantes ativos. Aulas-informação, onde o professor mostra alguns cenários, algumas sínteses, o estado da arte, as coordenadas de uma questão ou tema. Aulas-pesquisa, onde professores e alunos procuram novas informações, cercar um problema, desenvolver uma experiência, avançar em um campo que não conhecemos. O professor motiva, incentiva, dá os primeiros passos para sensibilizar o aluno para o valor do que vamos fazer, para a importância da participação do aluno neste processo. Aluno motivado e com participação ativa avança mais, facilita todo o nosso trabalho. O papel do professor agora é o de gerenciador do processo de aprendizagem, é o coordenador de todo o andamento, do ritmo adequado, o gestor das diferenças e das convergências.
Uma proposta viável é escolher os temas fundamentais do curso e trabalhá-los mais coletivamente e os secundários ou pontuais pesquisá-los mais individualmente ou em pequenos grupos.
Os grandes temas da matéria são coordenados pelo professor, iniciados pelo professor, motivados pelo professor, mas pesquisados pelos alunos, às vezes todos simultaneamente; às vezes, em grupos; às vezes, individualmente. A pesquisa grupal na Internet pode começar de forma aberta, dando somente o tema sem referências a sites específicos, para que os alunos procurem de acordo com a sua experiência e conhecimento prévio. Isso permite ampliar o leque de opções de busca, a variedade de resultados, a descoberta de lugares desconhecidos pelo professor. Eles vão gravando os endereços, artigos e imagens mais interessantes em disquete e também fazem anotações escritas, com rápidos comentários sobre o que estão salvando O professor incentiva a troca constante de informações, a comunicação, mesmo parcial, dos resultados que vão sendo obtidos, para que todos possam se beneficiar dos achados dos colegas. É mais importante aprender através da colaboração, da cooperação do que da competição. O professor estará atento aos vários ritmos, às descobertas, servirá de elo entre todos, será o divulgador de achados, o problematizador e principalmente o incentivador. Depois de um tempo, ele coordena a síntese das buscas feitas, organiza os resultados, os caminhos que parecem mais promissores.
Passa-se, num segundo momento, à pesquisa mais focada, mais específica, a partir dos resultados anteriores. O mesmo tema vai ser pesquisado no mesmo endereço, de forma semelhante por todos. É uma forma de aprofundar os dados conseguidos anteriormente e evitar o alto grau de entropia e dispersão que pode acontecer na etapa anterior da pesquisa aberta. Como na etapa anterior é importante a troca de informações, a divulgação dos principais achados. Há vários caminhos para aprofundar as pesquisas: Do simples ao complexo, do geral ao específico, do aberto ao dirigido, focado. Os temas podem ser aprofundados como em ondas, cada vez mais ricas, abertas, aprofundadas. Os alunos comunicam os resultados da pesquisa. O professor os ajuda a fazer a síntese do que encontraram.
O professor atua como coordenador, motivador, elo de união do grupo. Os textos e materiais que parecem mais promissores são salvos, impressos ou enviados por e mail para cada aluno. Faz-se uma síntese dos materiais coletados, das idéias percebidas, das questões levantadas e se pede que todos leiam esses materiais que parecem mais importantes para a próxima aula, numa leitura mais aprofundada e que sirva como elo com a próxima etapa de uma discussão mais rica, com conhecimento de causa. Os melhores textos e materiais podem ser incorporados à bibliografia do curso. O professor utilizou uma parte do material preparado de antemão (planejamento) e o enriqueceu com as novas contribuições da pesquisa grupal (construção cooperativa). Assim o papel do aluno não é o de “tarefeiro”, o de executar atividades, mas o de co-pesquisador, responsável pela riqueza, qualidade e tratamento das informações coletadas. O professor está atento às descobertas, às dúvidas, ao intercâmbio das informações (os alunos pesquisam, escolhem, imprimem), ao tratamento das informações. O professor ajuda, problematiza, incentiva, relaciona.
Ao mesmo tempo, o professor coordena a escolha de temas ou questões mais específicos, que são selecionados ou propostos pelos alunos, dentro dos parâmetros propostos pelo professor e que serão desenvolvidos individualmente ou em pequenos grupos. É interessante que os alunos escolham algum assunto dentro do programa que esteja mais próximo do que eles valorizam mais. Quanto mais jovens são os alunos, mais curto deve ser o tempo entre o planejamento e a execução das pesquisas. Nas datas combinadas, as pesquisas são apresentadas verbalmente para a classe, trazem um resumo escrito para a aula ou o enviam pela lista interna para todos os participantes. Alunos e professor perguntam, complementam, participam.
O professor procura ajudar a contextualizar, a ampliar o universo alcançado pelos alunos, a problematizar, a descobrir novos significados no conjunto das informações trazidas. Esse caminho de ida e volta, onde todos se envolvem, participam – na sala de aula, na lista eletrônica e na home page - é fascinante, criativo, cheio de novidades e de avanços. O conhecimento que é elaborado a partir da própria experiência se torna muito mais forte e definitivo em nós.
Construção cooperativa
A Internet favorece a construção cooperativa, o trabalho conjunto entre professores e alunos, próximos física ou virtualmente. Podemos participar de uma pesquisa em tempo real, de um projeto entre vários grupos, de uma investigação sobre um problema de atualidade.
Uma das formas mais interessantes de trabalhar hoje colaborativamente é criar uma página dos alunos, como um espaço virtual de referência, onde vamos construindo e colocando o que acontece de mais importante no curso, os textos, os endereços, as análises, as pesquisas. Pode ser um site provisório, interno, sem divulgação, que eventualmente poderá ser colocado a disposição do público externo. Pode ser também um conjunto de sites individuais ou de pequenos grupos que se visibilizam quando os alunos acharem conveniente. Não deve ser obrigatória a criação da página, mas incentivar a que todos participem e a construam. O formato, colocação e atualização pode ficar a cargo de um pequeno grupo de alunos.
O importante é combinar o que podemos fazer melhor em sala de aula: conhecer-nos, motivar-nos, reencontrar-nos, com o que podemos fazer a distância pela lista – comunicar-nos quando for necessário e também acessar aos materiais construídos em conjunto na home page, na hora em que cada um achar conveniente.
É importante neste processo dinâmico de aprender pesquisando, utilizar todos os recursos, todas as técnicas possíveis por cada professor, por cada instituição, por cada classe: integrar as dinâmicas tradicionais com as inovadoras, a escrita com o audiovisual, o texto seqüencial com o hipertexto, o encontro presencial com o virtual.
O que muda no papel do professor? Muda a relação de espaço, tempo e comunicação com os alunos. O espaço de trocas aumenta da sala de aula para o virtual. O tempo de enviar ou receber informações se amplia para qualquer dia da semana. O processo de comunicação se dá na sala de aula, na Internet, no e-mail, no chat. É um papel que combina alguns momentos do professor convencional - às vezes é importante dar uma bela aula expositiva – com mais momentos de gerente de pesquisa, de estimulador de busca, de coordenador dos resultados. É um papel de animação e coordenação muito mais flexível e constante, que exige muita atenção, sensibilidade, intuição (radar ligado) e domínio tecnológico.
A Internet é uma mídia que facilita a motivação dos alunos, pela novidade e pelas possibilidades inesgotáveis de pesquisa que oferece. Essa motivação aumenta se o professor a faz em um clima de confiança, de abertura, de cordialidade com os alunos. Mais que a tecnologia o que facilita o processo de ensino-aprendizagem é a capacidade de comunicação autêntica do professor, de estabelecer relações de confiança com os seus alunos, pelo equilíbrio, competência e simpatia com que atua.
O aluno desenvolve a aprendizagem cooperativa, a pesquisa em grupo, a troca de resultados. A interação bem sucedida aumenta a aprendizagem. Em alguns casos há uma competição excessiva, monopólio de determinados alunos sobre o grupo. Mas, no conjunto, a cooperação prevalece.
A Internet pode ajudar a desenvolver a intuição, a flexibilidade mental, a adaptação a ritmos diferentes. A intuição, porque as informações vão sendo descobertas por acerto e erro, por conexões "escondidas". As conexões não são lineares, vão "linkando-se" por hipertextos, textos interconectados, mas ocultos, com inúmeras possibilidades diferentes de navegação. Desenvolve a flexibilidade, porque a maior parte das seqüências são imprevisíveis, abertas. A mesma pessoa costuma ter dificuldades em refazer a mesma navegação duas vezes. Ajuda na adaptação a ritmos diferentes: a Internet permite a pesquisa individual, em que cada aluno vai no seu próprio ritmo e a pesquisa em grupo, em que se desenvolve a aprendizagem colaborativa.
Na Internet também desenvolvemos formas novas de comunicação, principalmente escrita. Escrevemos de forma mais aberta, hipertextual, conectada, multilingüística, aproximando texto e imagem. Agora começamos a incorporar sons e imagens em movimento. A possibilidade de divulgar páginas pessoais e grupais na Internet gera uma grande motivação, visibilidade, responsabilidade para professores e alunos. Todos se esforçam por escrever bem, por comunicar melhor as suas idéias, para serem bem aceitos, para "não fazer feio". Alguns dos endereços mais interessantes ou visitados da Internet no Brasil são feitos por adolescentes ou jovens.
Outro resultado comum à maior parte dos projetos na Internet confirma a riqueza de interações que surgem, os contatos virtuais, as amizades, as trocas constantes com outros colegas, tanto por parte de professores como dos alunos. Os contatos virtuais se transformam, quando é possível, em presenciais. A comunicação afetiva, a criação de amigos em diferentes países se transforma em um grande resultado individual e coletivo dos projetos.
Sites sobre Educação Ambiental
Aparecem, a seguir, os principais sites e CDs sobre Educação Ambiental no Brasil, por ordem alfabética, com descrição dos seus recursos informativos e técnicos, com pequenos comentários indicativos, que esperamos seja atualizado permanentemente pela rapidez com que a Internet permite mudanças.
(em ordem alfabética)
Aipa
-Educação Ambiental, distribuição de árvores brasileiras e comunicação ecológica
-Atua desde 1986, como uma ONG, na região de Itu.
-Programas permanentes:
· Viveiro de Mudas Nativas: venda de mudas a preço subsidiado. Histórico, resultados e informações sobre o viveiro da Aipa. Disponibilidade de mudas, dicas para plantar uma árvore e informações em geral (árvore primária, secundária, espécies certas para cada local)
· Educação Ambiental: Histórico, prêmios e menções do programa, projeto Hortas Escolares Sem Agrotóxico, outras atividades, concurso da primavera
· Jornal Urtiga: distribuído nas escolas ituanas e enviado gratuitamente para sócios da Aipa, jornalistas, autoridades do setor e mais de 600 ONGs. Últimas edições disponíveis.
- Notícias da Aipa, cursos para a Educação Ambiental e venda de produtos cuja renda é revertida aos projetos da associação
- Dicas de Ed. Ambiental: sugestões de atividades inspiradas por “problemas” no projeto da horta ou nas datas comemorativas do meio ambiente
- Site normal, com alguns traços semelhantes aos encontrados em sites de Ongs ambientais: toda a decoração em tons de verde. Não é especificamente um site sobre Educação Ambiental, mas uma vitrine de uma instituição atuante na área.
- Não parece estar atualizado. A referência mais atual é de três meses atrás.
- Se intitula como o primeiro portal do meio ambiente da América Latina . Com algumas melhoras, a leitura poderia ser facilitada, como mudando as cores de algumas fontes que entram em conflito com o segundo plano, ou mesmo colocando alguns ícones ou artifícios visuais a mais para poder distinguir as notas do portal como um todo. Alguns textos estão misturados, o que pode confundir o leitor e deixar passar algum dado interessante.
- Bate-papo: arquivos de bate-papo realizados
- Bate-papo: arquivos de bate-papo realizados
- Notas sobre ecoturismo e eventos
- Pesquisas online
- Consulta à legislação ambiental:
- Pesquisas online
- Consulta à legislação ambiental:
· Lei de crimes ambientais para download
· Consulta online, tira dúvida-perguntas respondidas pelos integrantes da ABAA (Associação Brasileira de Advogados Ambientalistas)
· Seguro Ambiental-informações
- Notícias divididas e atualizadas em 4 tópicos: lixo, floresta, ecologia e geral. Também é possível pesquisar por palavra-chave
- Opção de cadastro para recebimento de atualizações no site
- Linha do Tempo:
- Opção de cadastro para recebimento de atualizações no site
- Linha do Tempo:
· Evolução: histórico sobre a conscientização ambiental e tomadas de decisão neste sentido desde 1960 (controle ambiental, planejamento, gestão ambiental)
· Grandes desastres e crimes ambientais: história de violência à natureza
- Agenda: várias categorias disponíveis (ed. ambiental, telefones úteis, postos de coleta seletiva, seminários, etc.) com informações úteis e eventos
- Consumidor verde: dados e conclusões tiradas de duas pesquisas frente ao consumidor a respeito do seu comportamento no meio ambiente.
- Links interessantes: agenda 21, direito ambiental, instituições de ensino, etc. O problema aqui é que os links poderiam estar em cores diferenciadas e estão todos em preto.
- Negócios e oportunidades:
- Consumidor verde: dados e conclusões tiradas de duas pesquisas frente ao consumidor a respeito do seu comportamento no meio ambiente.
- Links interessantes: agenda 21, direito ambiental, instituições de ensino, etc. O problema aqui é que os links poderiam estar em cores diferenciadas e estão todos em preto.
- Negócios e oportunidades:
· editorias em diversos temas que não entram
· artigos
· fontes de notícias - links para fontes de notícias. Nem sempre as figuras que ilustram os links carregam facilmente.
O site tem conteúdo e proposta interessantes, porém necessita de reparos em detalhes, principalmente porque tem tópicos incompletos ou escondidos.
- Um departamento da Fundação André Tosello, cujo objetivo principal é a divulgação de informação ambiental de interesse para a comunidade científica nacional e internacional.
- A página principal se divide em:
informações gerais
- como o próprio nome já diz são dados relacionados à origem do site, à que ele se destina, objetivos
informação científica
- Aqui se encontra o conteúdo, propriamente dito, do site. São todas informações segmentadas dentro do campo ambiental. Assim, temos sublinks para a seção de legislação, classificação geográfica, desenvolvimento sustentável, ecossistemas específicos, referências bibliográficas, etc.
- Uma vez dentro do segmento desejado, encontram-se outras divisões, organizadas de modo a oferecer um melhor entendimento. E dentro de cada divisão, há links para sites, projetos, documentos, estudos. Então, por exemplo: biomas- floresta amazônica- links (e subdivisões possíveis como fauna e work-shops)
projetos especiais
- projetos variados para consulta
- listas de discussão e novidades (agenda)
- Surgiu como um projeto do Grude (Grupo de Defesa Ecológica), para atender a demanda sobre educação ambiental. Hoje é uma entidade independente.
- Apresenta seu objetivo, premissas, membros e atividades de capacitação e treinamento oferecidas a escolas, comunidades e empresas
- Artigo sobre curso de educação ambiental à distância em desenvolvimento
- Leis ambientais datadas de 1999. Às vezes, não carregam.
Comentários adicionais: o conteúdo está um pouco superficial e jogado numa página inicial. Poderia ser mais “quebrado” em links específicos, esmiuçando mais cada item, com uma organização melhor e maior aprofundamento de cada subtema. É um site que promete mais do que realiza.
- Site do Centro Empresarial Para Reciclagem, associação sem fins lucrativos, voltada para a reciclagem e conscientização sobre o lixo. Sua missão e visão estão logo na página de abertura
- História do Cempre: algumas informações sobre trabalho e a lista de empresas associadas
- Fichas técnicas sobre 12 tipos de materiais recicláveis: papel de escritório, vidro, pneus, pet, plástico, filme, entre outros. Cada ficha é composta por itens como: "O Mercado Para Reciclagem", "Quanto é Reciclado", "História do Material", "Limitações", "Informações Importantes", "Conhecendo o Material"
- Manuais: são as publicações especializadas em lixo que o Cempre produz. Estão disponíveis para a venda
- Kit Didático Para Catadores: kit educativo para a formação autodidata de cooperativas de catadores de lixo, de maneira a viabilizar a reciclagem através do trabalho cooperado
- Compradores de Sucata e Recicladores: espaço para a consulta num cadastro de aproximadamente 500 sucateiros e recicladores em todo o Brasil. A consulta pode ser feita por cidade, estado ou entre 14 categorias de material
- Cempre Informa: jornal eletrônico bimestral sobre o Cempre e notícias relacionadas ao trabalho de reciclagem e gerenciamento de resíduos sólidos, disponível no site, inclusive edições anteriores
- Guest Book: espaço para contato, sugestões, dúvidas, etc.
- Serviços do Cempre:
- História do Cempre: algumas informações sobre trabalho e a lista de empresas associadas
- Fichas técnicas sobre 12 tipos de materiais recicláveis: papel de escritório, vidro, pneus, pet, plástico, filme, entre outros. Cada ficha é composta por itens como: "O Mercado Para Reciclagem", "Quanto é Reciclado", "História do Material", "Limitações", "Informações Importantes", "Conhecendo o Material"
- Manuais: são as publicações especializadas em lixo que o Cempre produz. Estão disponíveis para a venda
- Kit Didático Para Catadores: kit educativo para a formação autodidata de cooperativas de catadores de lixo, de maneira a viabilizar a reciclagem através do trabalho cooperado
- Compradores de Sucata e Recicladores: espaço para a consulta num cadastro de aproximadamente 500 sucateiros e recicladores em todo o Brasil. A consulta pode ser feita por cidade, estado ou entre 14 categorias de material
- Cempre Informa: jornal eletrônico bimestral sobre o Cempre e notícias relacionadas ao trabalho de reciclagem e gerenciamento de resíduos sólidos, disponível no site, inclusive edições anteriores
- Guest Book: espaço para contato, sugestões, dúvidas, etc.
- Serviços do Cempre:
· Biblioteca: o internauta pode marcar hora na biblioteca com publicações sobre o lixo
· Ciclosoft: banco de dados sobre a coleta seletiva de 16 cidades brasileiras com dados/informações sobre composição do lixo, custos de operação, erros, acertos, etc.
· Ecodata: banco de dados mantido pelo Cempre e pelo Centro de Tecnologia de Embalagem de Alimentos (CETEA) com 8 mil documentos de pesquisa sobre temas relacionados ao gerenciamento integrado de resíduos sólidos urbanos
- Imagens: seção dedicada à fotos relacionadas ao tema
- Dúvidas: questões mais comuns sobre lixo e reciclagem
- Clipping: notícias sobre o tema lixo/reciclagem nos mais diversos jornais e imprensa em geral
- Mercado: informações bimestrais sobre preços de materiais recicláveis em diversas cidades
- Links Úteis: diversos links relacionados ao tema e a questões ambientais em geral
- Dúvidas: questões mais comuns sobre lixo e reciclagem
- Clipping: notícias sobre o tema lixo/reciclagem nos mais diversos jornais e imprensa em geral
- Mercado: informações bimestrais sobre preços de materiais recicláveis em diversas cidades
- Links Úteis: diversos links relacionados ao tema e a questões ambientais em geral
O site é bem feito e eficiente na sua proposta. É prático e simples. Está mais voltado para a conscientização empresarial, do papel que ela pode cumprir ajudando o meio ambiente através do aproveitamento de seu lixo e posteriormente conscientizar seus consumidores. Mas essa instituição também se dirige aos "menores", ou seja, catadores, promovendo cooperativas. Outro ponto interessante é a possibilidade de saber quem compra e recicla sucata, pois muitas vezes a pessoa tem material e mesmo vontade de cooperar, mas não sabe como se desfazer de seu lixo.
- ONG atuante no campo da educação ambiental visando a conscientização e mudanças de hábito na sociedade, pela participação
- Oferece programas, palestras, workshops, campanhas, consultoria e outros serviços
- Apresenta seus programas de educação ambiental desenvolvidos diretamente com professores e seus alunos (trilhas ecológicas, encontros de capacitação e coleta seletiva, etc.)
- Plano de ação do 5 Elementos para o ano de 1999 = desatualizado
Dicas e informações sobre cidadania, lixo, telefones úteis e programa Agita São Paulo
Dicas e informações sobre cidadania, lixo, telefones úteis e programa Agita São Paulo
- Links relacionados à educação ambiental, cidadania e meio ambiente
Artigos
O site é bonito, mas não suficientemente atualizado.
Artigos
O site é bonito, mas não suficientemente atualizado.
- Site de entretenimento infantil que se utiliza de recursos ecológicos para despertar o interesse das crianças no tema, com desenhos de personagens infantis e animais.
- Características instrucionais: conceitos de ecossistema global (como funciona o meio ambiente, como causamos o desequilíbrio ambiental) e de cidade apresentados de maneira bem clara (há um grande mapa animado de uma cidade onde basta clicar para obter a informação sobre o lugar desejado)
- Entretenimento: receitas, historinhas em quadrinhos, joguinhos, tudo o que se relaciona ao meio-ambiente
- Seção "Preserve os Bichos" com a lista oficial dos animais brasileiros ameaçados de extinção, opiniões de personalidades, eco-glossário, agenda 21, eco-oficinas
- Noções de cidadania com os direitos das crianças, dos animais e hinos nacionais
Site bem feito para crianças menores, com muita ilustração e muita estimulação visual. Atualizado.
- Entretenimento: receitas, historinhas em quadrinhos, joguinhos, tudo o que se relaciona ao meio-ambiente
- Seção "Preserve os Bichos" com a lista oficial dos animais brasileiros ameaçados de extinção, opiniões de personalidades, eco-glossário, agenda 21, eco-oficinas
- Noções de cidadania com os direitos das crianças, dos animais e hinos nacionais
Site bem feito para crianças menores, com muita ilustração e muita estimulação visual. Atualizado.
-Listagem de links relacionados à Educação Ambiental divididos por subtemas como reciclagem, ONGs, projetos, educação ambiental, biodiversidade, etc.
- É um site de referência em temas ambientais. Contém somente links.
- É dividido em uma série de itens (links)
- Apresenta as principais características da educação ambiental em forma de itens, além do histórico da mesma
- Sugestões de atividades e práticas em educação ambiental apresentadas em forma de projetos pedagógicos.
- Todos os documentos usados no site estão disponíveis para consulta. Alguns estão disponíveis também para download
- Princípios ambientais para sociedades sustentáveis
- Caminhadas: recurso importante na educação ambiental. Diversas sugestões de atividades relacionadas
- 50 dicas fundamentais para a reciclagem, ou melhor, para o que a autora chama de 3“r”: reduzir, reutilizar, reciclar
Comentários adicionais: bom site pedagógico, pelas propostas e projetos. Um problema é o menu no final de cada página. Os itens não estão linkados corretamente: ao clicar em um, às vezes acaba-se acessando outro.
- Um site, um portal sobre ecologia, ecoturismo, defesa dos animais e outras questões relacionadas ao meio ambiente
-Agenda: eventos verdes que estão ocorrendo nos próximos dias, possibilidade de divulgação. Esta seção está atualizada
-Notícias sobre Ecologia, possibilidade de enviar releases. A última atualização data de três meses atrás.
-Informativo APASFA: jornal online mensal em defesa dos direitos dos animais
-Balcão EOL: espaço de anúncios para profissionais em busca de trabalho na área ambiental e empresas interessadas em contratar profissionais dessa área
-Ecohumor: cartuns com temas ecológicos
-Ecoturismo: notas, frases, dicas e diários de viagem, fotos, links para parques e reservas e relatos de aventuras em geral
-Guia EOL: catálogo de sites sobre ecologia e meio ambiente divididos por subcategorias (defesa dos animais, ecoturismo, fauna, etc.)
-Letras e Livros: dicas de livros, curiosidades e artigos relacionados ao tema
-Sapiens: seção extra-ecológica dedicada à filosofia, política e futuro do ser humano.
-Agenda: eventos verdes que estão ocorrendo nos próximos dias, possibilidade de divulgação. Esta seção está atualizada
-Notícias sobre Ecologia, possibilidade de enviar releases. A última atualização data de três meses atrás.
-Informativo APASFA: jornal online mensal em defesa dos direitos dos animais
-Balcão EOL: espaço de anúncios para profissionais em busca de trabalho na área ambiental e empresas interessadas em contratar profissionais dessa área
-Ecohumor: cartuns com temas ecológicos
-Ecoturismo: notas, frases, dicas e diários de viagem, fotos, links para parques e reservas e relatos de aventuras em geral
-Guia EOL: catálogo de sites sobre ecologia e meio ambiente divididos por subcategorias (defesa dos animais, ecoturismo, fauna, etc.)
-Letras e Livros: dicas de livros, curiosidades e artigos relacionados ao tema
-Sapiens: seção extra-ecológica dedicada à filosofia, política e futuro do ser humano.
O site é muito interessante para o usuário comum, que não está especificamente engajado em ecologia. Tem linguagem simples e direta e seu visual é bem elaborado.
- Revista impressa na sua versão para Internet. A edição é do mês atual
- Nem todas as matérias estão disponíveis para leitura
- Por ser uma publicação mensal, deve ter seções fixas, mas não dá para saber pelo site. Entre as matérias e seções disponíveis estão assuntos variados dentro do mesmo tema, tais como: esportes radicais praticados na natureza, preservação de espécies em extinção, ecoturismo, etc.
-É possível pesquisar artigos por palavra-chave em edições anteriores
O site faz a transposição parcial de uma revista ecológica para a Internet, com a edição do mês. Um erro talvez seria a impossibilidade de buscar uma edição anterior inteira, já que só é possível a busca de artigos por palavras-chave e não por edições anteriores.
- Nem todas as matérias estão disponíveis para leitura
- Por ser uma publicação mensal, deve ter seções fixas, mas não dá para saber pelo site. Entre as matérias e seções disponíveis estão assuntos variados dentro do mesmo tema, tais como: esportes radicais praticados na natureza, preservação de espécies em extinção, ecoturismo, etc.
-É possível pesquisar artigos por palavra-chave em edições anteriores
O site faz a transposição parcial de uma revista ecológica para a Internet, com a edição do mês. Um erro talvez seria a impossibilidade de buscar uma edição anterior inteira, já que só é possível a busca de artigos por palavras-chave e não por edições anteriores.
Trabalho desenvolvido por uma equipe de professores e graduandos da Universidade Federal da Paraíba com professores e alunos do ensino público fundamental de João Pessoa, buscando a formação da consciência e educação ambiental
- O que é a educação ambiental e qual o objetivo do grupo
- Mensagens e artigos produzidos
- Sugestão de teatrinhos para a Educação. Ambiental
- Parcerias
Outros sites
Apesar de ser mais uma vitrine do trabalho do grupo e fazer marketing das suas idéias, é um bom site. Pode servir de parâmetro para algumas iniciativas deste tipo. Visualmente poderia ficar mais bonito se tivesse um melhor tratamento no design, apesar de que é razoável.
- Informações sobre os dois projetos ecológicos da fundação: Tom da Mata e o Globo Ecologia
- Tom da Mata: projeto de educação ambiental e musical que tem como objetivo despertar os jovens para a necessidade de preservar a mata Atlântica através da obra de Tom Jobim (amante da natureza e preocupado com a Mata Atlântica). Alcance: 400 mil estudantes da escola pública de ensino fundamental em 8 estados, mais o Distrito Federal. Informações sobre o material e apoios no site.
- Horários do programa Globo Ecologia na TV
- Tom da Mata: projeto de educação ambiental e musical que tem como objetivo despertar os jovens para a necessidade de preservar a mata Atlântica através da obra de Tom Jobim (amante da natureza e preocupado com a Mata Atlântica). Alcance: 400 mil estudantes da escola pública de ensino fundamental em 8 estados, mais o Distrito Federal. Informações sobre o material e apoios no site.
- Horários do programa Globo Ecologia na TV
A seção Ecologia é um dos três pilares da Fundação. Site bem-feito, mas com muitos frames, o que pode demorar a carregar ou ficar sem carregar alguns deles na mesma página.
- Ferramenta de busca especializada em meio ambiente
- Possibilidade de busca por categorias, como agricultura sustentável, biodiversidade, clima, direito ambiental, educação ambiental, empresas verdes, jornais e revistas especializados, lixo, ONGs, parques e reservas, zoológicos, entre muitas outras
- Para um busca mais específica, além da categoria, estão disponíveis inúmeras outras subcategorias: acampamentos, arqueologia, eco-esporte, ecossistemas, história natural, órgãos, etc.
- Possibilidade de cadastro ou sugestão de site
- Ajuda e notícias
- Possibilidade de participação através do mural virtual, com assuntos sempre relacionados ao meio ambiente, além da votação nas pesquisas semanais
- Possibilidade de busca por categorias, como agricultura sustentável, biodiversidade, clima, direito ambiental, educação ambiental, empresas verdes, jornais e revistas especializados, lixo, ONGs, parques e reservas, zoológicos, entre muitas outras
- Para um busca mais específica, além da categoria, estão disponíveis inúmeras outras subcategorias: acampamentos, arqueologia, eco-esporte, ecossistemas, história natural, órgãos, etc.
- Possibilidade de cadastro ou sugestão de site
- Ajuda e notícias
- Possibilidade de participação através do mural virtual, com assuntos sempre relacionados ao meio ambiente, além da votação nas pesquisas semanais
- Atividades em mais de 50 escolas públicas e privadas de todo o interior Paulista. Oferece cursos de treinamento e capacitação de professores
- Possibilidade de cadastro para receber informações sobre questões ambientais
- Documentos e leis relacionados ao meio ambiente, para consulta
- Informações e dicas sobre atividades simples, mas que podem despertar uma consciência ambiental: como cultivar minhocas, como cultivar uma horta, como plantar uma árvore, etc.
- Uma lista enorme de links interessantes
É uma página simples em conteúdo e bastante simpática, talvez por ter um pouco de tudo. Poderia ser mais atrativa visualmente.
É uma página simples em conteúdo e bastante simpática, talvez por ter um pouco de tudo. Poderia ser mais atrativa visualmente.
- Associação civil sem fins lucrativos que visa discutir questões ambientais e desenvolver atividades educacionais e de produção agroflorestal voltadas à sustentabilidade
- Apresenta os programas em cada um de seus princípios-chave (educação ambiental, cidadania e recursos naturais), compostos por projetos e atividades, que são listados e descritos.
- Programa Seqüestro de Carbono, na área de educação ambiental e seus subprogramas – “Sou Dono do Meu Nariz”, “Cidadania Planetária”, “Empresa Planetária”, “Saber Legal” - os quais estão abertos para a afiliação e participação. Também há possibilidade de inscrição no projeto "Avaliando a Educação Ambiental", de materiais audiovisuais
- Efeito estufa, saiba mais
É um site bem organizado, visual leve, poderia ser mais ilustrado. O conteúdo é claro e está bem redigido. Poderia organizar os projetos de formas diferentes, para torná-los mais atrativos ao leitor. Está atualizado. Poderia divulgar no site parte de suas publicações e oferecer links externos dentro de sua página.
- Apresenta os programas em cada um de seus princípios-chave (educação ambiental, cidadania e recursos naturais), compostos por projetos e atividades, que são listados e descritos.
- Programa Seqüestro de Carbono, na área de educação ambiental e seus subprogramas – “Sou Dono do Meu Nariz”, “Cidadania Planetária”, “Empresa Planetária”, “Saber Legal” - os quais estão abertos para a afiliação e participação. Também há possibilidade de inscrição no projeto "Avaliando a Educação Ambiental", de materiais audiovisuais
- Efeito estufa, saiba mais
É um site bem organizado, visual leve, poderia ser mais ilustrado. O conteúdo é claro e está bem redigido. Poderia organizar os projetos de formas diferentes, para torná-los mais atrativos ao leitor. Está atualizado. Poderia divulgar no site parte de suas publicações e oferecer links externos dentro de sua página.
- Informações sobre o jornal: perfil (veículo, público-alvo, opiniões, mala direta, etc.), informação sobre o editor
- A busca por assunto não corresponde; na verdade é um compilado de notícias divididas por dia de um mês, o mesmo conteúdo do ícone Notícias do Ambiente
- Textos Importantes: textos que foram publicados ao longo das edições e que são considerados de referência e tratam de questões fundamentais para o bom andamento de projetos. Ex: Como Apresentar Projetos a Agências de Financiamento, Redes Ambientais na Internet, Regulamentação do Terceiro Setor, etc.
- Links do Ambiente: Links interessantes, agrupados por letra, recomendados e premiados
- Coopernatureza: Informações, projetos, prêmios e outros dados da Cooperativa Multidisciplinar de Serviços Ambientais, Educação e Comunicação Ambientais, Ecoturismo e Reposição Florestal
- Faça a Sua Parte: seção de promoção e divulgação do trabalho voluntário
- Shopping Ambiental: seção de comércio do site com a venda de produtos ligados de alguma maneira à natureza e a ecologia
- Ecomídias: seção de artigos que se preocupa com o papel da mídia frente ao meio ambiente
- Classificados verdes grátis. Chance de expor um trabalho ou oferecer alguma habilidade
- A busca por assunto não corresponde; na verdade é um compilado de notícias divididas por dia de um mês, o mesmo conteúdo do ícone Notícias do Ambiente
- Textos Importantes: textos que foram publicados ao longo das edições e que são considerados de referência e tratam de questões fundamentais para o bom andamento de projetos. Ex: Como Apresentar Projetos a Agências de Financiamento, Redes Ambientais na Internet, Regulamentação do Terceiro Setor, etc.
- Links do Ambiente: Links interessantes, agrupados por letra, recomendados e premiados
- Coopernatureza: Informações, projetos, prêmios e outros dados da Cooperativa Multidisciplinar de Serviços Ambientais, Educação e Comunicação Ambientais, Ecoturismo e Reposição Florestal
- Faça a Sua Parte: seção de promoção e divulgação do trabalho voluntário
- Shopping Ambiental: seção de comércio do site com a venda de produtos ligados de alguma maneira à natureza e a ecologia
- Ecomídias: seção de artigos que se preocupa com o papel da mídia frente ao meio ambiente
- Classificados verdes grátis. Chance de expor um trabalho ou oferecer alguma habilidade
O site é uma fonte de conteúdo em ecologia/meio ambiente. O visual e os recursos para navegação estão bons, mas falta coordenação entre conteúdo e datas. Por exemplo: quando se acessa o site a edição do jornal é a atual. Mas ao clicar no ícone edição atual, o que se vê é a edição de dois meses atrás. A seção Busca por Assunto é linkada no mesmo conteúdo que Notícias do Ambiente.
- Informações sobre o Programa de Educação Ambiental, criado de acordo com a lei que estabeleceu a Política Nacional de Educação Ambiental (inclui link para esta lei)
- Projetos que compõem o programa: Protetores da Vida, Capacitação (incluindo aí informações sobre o curso de Educação Ambiental a distância e o curso para os coordenadores do Movimento Sem Terra), Pólos de Ed. Ambiental e Práticas Sustentáveis, Programa de Ed. Ambiental nos Estados, Sistema de Informação em Ed. Ambiental e Práticas Sustentáveis, Agenda Ambiental Interna do Ministério do Meio Ambiente.
- Links para instituições ligadas à conscientização e educação ambiental, entre elas imprensa verde, Ongs e organizações internacionais de educação ambiental, e também ao programa do MEC.
-Seção "Nosso Ambiente", zona de passatempo/conhecimentos sobre assuntos relacionados à água (crustáceos, pesca, mamíferos aquáticos, etc.), ar (cantos das aves do Brasil, aves em extinção, borboletas do Brasil, etc.) e terra (verduras cultivadas no Brasil, mata atlântica, orquídeas brasileiras), além de um quiz onde a cada click aparece uma nova pergunta relacionada ao meio ambiente
- Notícias e eventos sobre educação ambiental
- Videotecas e CDtecas
Boa navegabilidade, visual limpo: é essencialmente textual, atualizado. A colocação do link diretamente na página de educação ambiental é mais prática, e se o internauta quiser pode visitar, a partir daí, todas as seções do site do MMA.
- Projetos que compõem o programa: Protetores da Vida, Capacitação (incluindo aí informações sobre o curso de Educação Ambiental a distância e o curso para os coordenadores do Movimento Sem Terra), Pólos de Ed. Ambiental e Práticas Sustentáveis, Programa de Ed. Ambiental nos Estados, Sistema de Informação em Ed. Ambiental e Práticas Sustentáveis, Agenda Ambiental Interna do Ministério do Meio Ambiente.
- Links para instituições ligadas à conscientização e educação ambiental, entre elas imprensa verde, Ongs e organizações internacionais de educação ambiental, e também ao programa do MEC.
-Seção "Nosso Ambiente", zona de passatempo/conhecimentos sobre assuntos relacionados à água (crustáceos, pesca, mamíferos aquáticos, etc.), ar (cantos das aves do Brasil, aves em extinção, borboletas do Brasil, etc.) e terra (verduras cultivadas no Brasil, mata atlântica, orquídeas brasileiras), além de um quiz onde a cada click aparece uma nova pergunta relacionada ao meio ambiente
- Notícias e eventos sobre educação ambiental
- Videotecas e CDtecas
Boa navegabilidade, visual limpo: é essencialmente textual, atualizado. A colocação do link diretamente na página de educação ambiental é mais prática, e se o internauta quiser pode visitar, a partir daí, todas as seções do site do MMA.
- Uma espécie de revista eletrônica com artigos completos sobre temas ecológicos. O conteúdo busca a conscientização do leitor sobre os problemas do meio ambiente
- Os sete temas abordados são: poluição, água, Amazônia, direito ambiental, lixo, mata atlântica e educação ambiental
- Os autores dos artigos são profissionais ligados à área
O destaque é o design do site, excelente. Falta um pouco de informação sobre o que é o NEO. Explorando links da página inicial, descobre-se que é uma revista impressa, pois é oferecida a assinatura da mesma. Ainda assim, não se sabe qual é a linha editorial da revista, do que se trata e o link de edições anteriores não funciona.
- Os sete temas abordados são: poluição, água, Amazônia, direito ambiental, lixo, mata atlântica e educação ambiental
- Os autores dos artigos são profissionais ligados à área
O destaque é o design do site, excelente. Falta um pouco de informação sobre o que é o NEO. Explorando links da página inicial, descobre-se que é uma revista impressa, pois é oferecida a assinatura da mesma. Ainda assim, não se sabe qual é a linha editorial da revista, do que se trata e o link de edições anteriores não funciona.
-Uma organização atuando com ecologia e ecoturismo desde 1978 e na internet desde 1996
-Versão48: uma série de artigos envolvendo ecologia (e alguns outros temas distintos como mídia e revistas internacionais) em forma de clipping com notícias de aproximadamente um ano atrás, que apesar de separados em itens são um pouco confusos
-Verba Volant: artigos publicados no site anteriormente classificados através de autores ilustres ou temas. A grande maioria é sobre questões ambientais, mas também há artigos diversos
-Publicatione: possibilidade de pedir as edições anteriores publicadas em papel, do tempo em que este grupo não estava na internet
-Memorare: manchetes e títulos dos principais jornais em 2000 e em arquivo dos anos anteriores até 1996
-Ligatione: Sites de educação ambiental, principalmente Ongs e órgãos de governo no Brasil
-Libraria: autores e livros indicados pelo PECO com preços desatualizados (de 97)
-Versão48: uma série de artigos envolvendo ecologia (e alguns outros temas distintos como mídia e revistas internacionais) em forma de clipping com notícias de aproximadamente um ano atrás, que apesar de separados em itens são um pouco confusos
-Verba Volant: artigos publicados no site anteriormente classificados através de autores ilustres ou temas. A grande maioria é sobre questões ambientais, mas também há artigos diversos
-Publicatione: possibilidade de pedir as edições anteriores publicadas em papel, do tempo em que este grupo não estava na internet
-Memorare: manchetes e títulos dos principais jornais em 2000 e em arquivo dos anos anteriores até 1996
-Ligatione: Sites de educação ambiental, principalmente Ongs e órgãos de governo no Brasil
-Libraria: autores e livros indicados pelo PECO com preços desatualizados (de 97)
-Página muito simples e com poucos recursos
O PROCEL - Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica tem atuado fortemente no subprograma "Educação" em vários projetos chamados, de uma forma geral, "PROCEL NAS ESCOLAS" para sensibilizar o consumidor de energia elétrica a mudar seu comportamento para a sua utilização racional.
Desenvolve um programa de educação ambiental, denominado "A Natureza da Paisagem - Energia", destinado a professores de ensino fundamental e médio, ministrado por técnicos das Concessionárias de energia elétrica, os chamados multiplicadores, em cursos de 12 horas com acompanhamento permanente durante o ano letivo.
Site bastante desatualizado (ano e meio de atraso em muitas páginas, como a de eventos, o que é imperdoável)
- Se propõe a apresentar meios simples e práticos para enfrentar a problemática do lixo
- Segundo o site, o objetivo é divulgar idéias e conscientizar as pessoas da importância da reciclagem, visando a proteção do meio ambiente e a redução do desperdício
- A importância da reciclagem: seção de conscientização da importância de separar o lixo produzido em residências e uma lista subdividida ( papel, metal, vidro, plástico) em material reciclável e não-reciclável
- O que é?: conceitos de lixo, coleta seletiva, sucata, reciclagem, container
- O que você pode fazer?: dicas para o reaproveitamento de materiais e dicas para a separação do lixo
- Segundo o site, o objetivo é divulgar idéias e conscientizar as pessoas da importância da reciclagem, visando a proteção do meio ambiente e a redução do desperdício
- A importância da reciclagem: seção de conscientização da importância de separar o lixo produzido em residências e uma lista subdividida ( papel, metal, vidro, plástico) em material reciclável e não-reciclável
- O que é?: conceitos de lixo, coleta seletiva, sucata, reciclagem, container
- O que você pode fazer?: dicas para o reaproveitamento de materiais e dicas para a separação do lixo
Tem pouco conteúdo. Site enxuto demais, tanto no visual, mas principalmente no conteúdo. A impressão que se tem é que o site está em construção, porém data de 97. O crédito autoral também é vago.
- Dirigido à educação infantil, o projeto apresenta uma nova proposta metodológica para a educação ambiental através de sugestões de atividades (oficina de papel reciclado e experiências interligadas), artigos (reciclagem, consciência ambiental e cidadania), histórias para crianças em idade pré-escolar, textos para o ensino fundamental e livros
- Lei de educação ambiental e sua regulamentação, experiências educacionais e planos de aula
- Datas comemorativas relacionadas ao meio-ambiente
- Isso é Triste, Muito Triste: espaço para protesto com os abusos contra a natureza, atualmente contra a aprovação do código florestal
- Links e sugestão de vídeos relacionados ao tema
- Lista de discussão sobre educação ambiental do Projeto Vida
Design simples, porém bem apresentado. As páginas são muito longas, o que pode causar confusão ou cansaço. Há bastante material e idéias para complementar o trabalho desenvolvido na sala de aula.<!-- saved from url=(0022)http://internet.e-mail -->
- Lei de educação ambiental e sua regulamentação, experiências educacionais e planos de aula
- Datas comemorativas relacionadas ao meio-ambiente
- Isso é Triste, Muito Triste: espaço para protesto com os abusos contra a natureza, atualmente contra a aprovação do código florestal
- Links e sugestão de vídeos relacionados ao tema
- Lista de discussão sobre educação ambiental do Projeto Vida
Design simples, porém bem apresentado. As páginas são muito longas, o que pode causar confusão ou cansaço. Há bastante material e idéias para complementar o trabalho desenvolvido na sala de aula.<!-- saved from url=(0022)http://internet.e-mail -->
<!-- saved from url=(0022)http://internet.e-mail -->
- A importância da educação ambiental: porquê, o que é, objetivos, características, público, princípios, regulamentação
- Eventos, campanhas, cursos e oficinas ligadas ao tema
- Nosso Ambiente: seção aberta à participação, com links para denúncias e informações sobre questões do meio ambiente
- Recicle-se: dicionário de termos ambientais, informações (cursos de nível superior sobre meio ambiente e áreas correlatas) e artigos sobre temas variados (ciclos da natureza, sociedade e meio ambiente, manejo e conservação ambiental), conforme parâmetros curriculares do MEC, propostas de atividades práticas, projetos escolares e calendário com datas festivas
- Notícias atualizadas
- Mergulhe Fundo: artigos científicos e de abordagem mais específica
- Projeto Fala Bartolomeu, na cidade de Viçosa, MG
- Seção busca não funciona (ao menos durante a pesquisa feita)
- Legislação Ambiental
Site com interface e perfil mais adultos. Bem organizado, informações divididas em seções comuns, previsíveis. Bastante espaço para a participação. Informações tanto para os que desejam utilizar a ed. ambiental na escola, quanto para os que querem uma formação superior ou simplesmente desejam saber notícias. Atualizado diariamente.
- Eventos, campanhas, cursos e oficinas ligadas ao tema
- Nosso Ambiente: seção aberta à participação, com links para denúncias e informações sobre questões do meio ambiente
- Recicle-se: dicionário de termos ambientais, informações (cursos de nível superior sobre meio ambiente e áreas correlatas) e artigos sobre temas variados (ciclos da natureza, sociedade e meio ambiente, manejo e conservação ambiental), conforme parâmetros curriculares do MEC, propostas de atividades práticas, projetos escolares e calendário com datas festivas
- Notícias atualizadas
- Mergulhe Fundo: artigos científicos e de abordagem mais específica
- Projeto Fala Bartolomeu, na cidade de Viçosa, MG
- Seção busca não funciona (ao menos durante a pesquisa feita)
- Legislação Ambiental
Site com interface e perfil mais adultos. Bem organizado, informações divididas em seções comuns, previsíveis. Bastante espaço para a participação. Informações tanto para os que desejam utilizar a ed. ambiental na escola, quanto para os que querem uma formação superior ou simplesmente desejam saber notícias. Atualizado diariamente.
A Rits é uma organização sem fins lucrativos que oferece informações sobre o terceiro setor e acesso democrático à tecnologia de comunicação e gerência do conhecimento
Noticias atualizadas. Revista. Informações claras.
O SENAI do Paraná criou em 98 o Centro Integrado de Tecnologia e Educação Profissional da Cidade Industrial de Curitiba,
Conta com laboratórios especializados em águas e águas residuárias, microbiologia, resíduos sólidos e análises instrumentais na área de meio ambiente e laboratórios de pneumática, hidráulica, CNC e autocad nas áreas de eletroeletrônica e metal-mecânica.
O novo Centro conta, ainda, com salas de aulas especializadas como a Planta Piloto de Estação de Tratamento de Águas, laboratório de informática, oficinas e um Núcleo de Informação Tecnológica, com acervo bibliográfico, que inclui livros, revistas técnicas, fitas de vídeo, CD-ROM e normas técnicas para atender os clientes internos e externos da unidade.
Eventos: desatualizados
Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Gerenciamento Ambiental na Indústria e áreas semelhantes, em parcerias com universidades do Paraná.
- Ong para a preservação do restante da Mata Atlântica
- Apresenta todos os projetos em andamento da fundação
- Instruções para filiação de pessoa física e jurídica
- Venda de produtos ligados à fundação
- Informativo: publicação mensal da entidade sobre a fundação e notícias relacionadas ao meio ambiente. A versão de internet tem um atraso de 4 meses em relação à versão distribuída aos associados
- Apresenta todos os projetos em andamento da fundação
- Instruções para filiação de pessoa física e jurídica
- Venda de produtos ligados à fundação
- Informativo: publicação mensal da entidade sobre a fundação e notícias relacionadas ao meio ambiente. A versão de internet tem um atraso de 4 meses em relação à versão distribuída aos associados
- Concurso de jornalismo ambiental: prêmio de reportagem sobre biodiversidade da mata atlântica-BRASIL 2001
- Legislação ambiental disponível
- Programa Voluntariado: artigos sobre o tema
- Acervos: fichas sobre as espécies que compõem a flora da Mata Atlântica
- Departamento Jurídico: questões jurídicas como "Como Montar uma ONG" e outras leis
- Atlas da Mata Atlântica geral ou por estado, com vários estágios (formação original, remanescentes florestais, etc.)
- Empresas Amigas da Mata: relação de empresas que contribuíram com a SOS Mata Atlântica como empresa sócia
- Agenda: eventos que ocorrem nos próximos dias
- Campanhas da entidade e links
- Legislação ambiental disponível
- Programa Voluntariado: artigos sobre o tema
- Acervos: fichas sobre as espécies que compõem a flora da Mata Atlântica
- Departamento Jurídico: questões jurídicas como "Como Montar uma ONG" e outras leis
- Atlas da Mata Atlântica geral ou por estado, com vários estágios (formação original, remanescentes florestais, etc.)
- Empresas Amigas da Mata: relação de empresas que contribuíram com a SOS Mata Atlântica como empresa sócia
- Agenda: eventos que ocorrem nos próximos dias
- Campanhas da entidade e links
O site poderia ter um design mais simples. Como tem muitos frames às vezes algum fica sem carregar, a pessoa pode ficar impaciente pela demora ou mudar de página. Poderia ter um conteúdo mais desenvolvido. Mais informações sobre a mata atlântica, mais fotos principalmente. Mesmo os projetos, poderiam ter uma descrição mais detalhada a quem interessasse saber e notícias sobre o andamento.
A SPVS atua em atividades de pesquisa, de educação ambiental, recuperação de áreas degradadas, proteção de espécies em extinção, participação comunitária e intercâmbio de informação.
O trabalho da SPVS tem se concentrado na Floresta Atlântica, principalmente na região de Guaraqueçaba, no litoral do Paraná, onde atua desde 1991. A SPVS tem sua sede principal em Curitiba e sub-sedes em Antonina e Guaraqueçaba
O trabalho da SPVS tem se concentrado na Floresta Atlântica, principalmente na região de Guaraqueçaba, no litoral do Paraná, onde atua desde 1991. A SPVS tem sua sede principal em Curitiba e sub-sedes em Antonina e Guaraqueçaba
- Disponível em inglês e espanhol
- Informações sobre cursos disponíveis e produtos
- Concurso Ambiente 2000: proposta, desenvolvimento, prêmios e inscrições
- Conferência Internacional Ecocity (já realizada) com papéis dos palestrantes e participantes para download
- Links para os sites dos sócios e colaboradores da Universidade Livre do Meio Ambiente, entre eles, prefeitura municipal de Curitiba, Ministério do Meio Ambiente, Sanepar, etc.
- Centro de referência em gestão ambiental para assentamentos humanos: iniciativa da Unilivre e Ministério do Meio Ambiente. Promove intercâmbio de planos, programas, pesquisas e experiências bem sucedidas, disponíveis no Banco de Experiências, no qual é possível procurá-las por tema (ação social, arborização, coleta seletiva, ecoturismo, ed. ambiental, solo, etc.)
- Publicações disponíveis para a venda.
- Informações sobre cursos disponíveis e produtos
- Concurso Ambiente 2000: proposta, desenvolvimento, prêmios e inscrições
- Conferência Internacional Ecocity (já realizada) com papéis dos palestrantes e participantes para download
- Links para os sites dos sócios e colaboradores da Universidade Livre do Meio Ambiente, entre eles, prefeitura municipal de Curitiba, Ministério do Meio Ambiente, Sanepar, etc.
- Centro de referência em gestão ambiental para assentamentos humanos: iniciativa da Unilivre e Ministério do Meio Ambiente. Promove intercâmbio de planos, programas, pesquisas e experiências bem sucedidas, disponíveis no Banco de Experiências, no qual é possível procurá-las por tema (ação social, arborização, coleta seletiva, ecoturismo, ed. ambiental, solo, etc.)
- Publicações disponíveis para a venda.
O site funciona mais como vitrine da Unilivre, na oferta de serviços e cursos, do que como fonte de conteúdo. Na verdade a fonte de conteúdo é um outro site linkado neste (centro de referência em gestão ambiental) e os papéis da conferência Ecocity. O visual atende às necessidades, está bem feito e está atualizado.
Outros sites sobre Educação Ambiental
Econet Brasil
Ecopress
Greenpeace Brasil
Grude
Instituto Aqualung
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