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E-PROINFO – APRENDIZAGEM POR PROJETOS
E.M.E.F .DONA ANA JOSÉ BODINI JANUÁRIO
MARILEUSE DE SOUZA
A evolução do mundo, da educação, da  Internet e o avanço científico e tecnológico nos leva a uma ampla reflexão sobre  como ocorre a relação  do APRENDENTE /CONHECIMENTO envolvendo não apenas a natureza e quantidade das informações disponíveis mas, fundamentalmente, os processos de geração e a apropriação deste conhecimento.

Apesar do avanço na educação ainda vemos  as limitações dos métodos tradicionais de ensino e da estrutura curricular, ainda estamos privilegiando os currículos ocultos e o mecanicismo da era Fordiana.
Não adianta dizermos que a escola nova trouxe toda a transformação necessária a educação, sabemos que a educação brasileira apesar de todo o investimento empregado na melhoria ainda caminha a passos lentos, e que não acompanham a rapidez das transformações sociais, e  as revolucionárias contribuições das novas tecnologias da informação para a apropriação do conhecimento.
Ainda não temos como meta educacional o deslocamento do aprendiz para o centro do processo.
Lendo o texto percebi que a ideia central e permitir  ao educador ultrapassar os limites do ensino por simples transmissão de conhecimentos, transferindo a responsabilidade do processo de construção do saber ao próprio aluno. É o aluno que assume o controle sobre sua aprendizagem, ao professor cabe a função de coordenar e articular a interação entre teoria e prática, entre o projeto político pedagógico da escola e a perspectiva desenhada pelo aluno.
Apesar das discussões existentes sobre o trabalho por projetos ainda não há um consenso único sobre o  projeto como método de ensino ou como estratégia pedagógica.
Ao refletir sobre a aprendizagem por projeto é necessário  que se faça uma diferenciação entre o que é EDUCAÇÃO POR PROJETOS:
ENSINO POR PROJETOS: no ensino por projetos as decisões e o controle ficam sob o controle exclusivamente do professor e os alunos executam as orientações.
NA APRENDIZAGEM POR PROJETOS: o aluno assume a responsabilidade e a competência de propor e desenvolver projetos para a apropriação do conhecimento
Sendo assim compreendi que  quando um  professor elabora um projeto para ser executado pelos alunos este não pode ser considerado dos alunos, mas, sim, do professor.
A aprendizagem por projetos deve ser uma oportunidade para que os alunos possam pensar e julgar por si, desenvolvendo o pensamento, a autonomia e a criatividade.
Ocorrendo então a aprendizagem por projetos. Os projetos se constituem em planos de trabalho e em um conjunto de tarefas que podem proporcionar uma aprendizagem em tempo real e diversificada. Além de favorecer a construção da autonomia e da autodisciplina, o trabalho com projetos pode tornar o processo de aprendizagem mais dinâmico, significativo e interessante para o aprendiz, deixando de existir a imposição dos conteúdos de maneira autoritária. A partir da escolha de um tema, o aprendiz realiza pesquisas, investiga, registra dados, formula hipóteses, tornando-se sujeito do seu próprio conhecimento.Desta forma utilizo a fala de Hernandez(1998)  que diz:
“....Os Projetos de Trabalho contribuem para uma (re)significação dos espaços de aprendizagem de tal forma que eles se voltem para a formação de sujeitos ativos, reflexivos, atuantes e participantes. Os projetos desenvolvidos pelos alunos na busca e construção do conhecimento pressupõem metodologias específicas: perguntas, observações, hipóteses, verificações experimentais e deduções para alcançar a solução dos problemas e dos questionamentos. ..”
Cabe agora abrir um momento para a reflexão a partir doa leitura do texto.
A tecnologia é uma grande aliada na implementação de projetos de aprendizagem, mas
não dá para levar classes inteiras para atividades em salas de Informática com computadores capengas, computadores quebrados e obsoletos e a necessidade de uma burocracia gigantesca para seu uso. É preciso ter bons equipamentos e acesso facilitado a eles. Equipamentos e softwares obsoletos e a falta de atualização sobre os novos recursos tecnológicos à disposição torna  o trabalho desinteressante para alunos e professores. Que graça tem usar um computador velho e lento, rodando sobre um sistema operacional ultrapassado e que vive travando?
Ao discutir o trabalho com projetos precisamos também discutir e refletir que tecnologias reais terão acesso   professores  e   alunos no uso  do  dia a dia  da informática na escola????

MARILEUSE DE SOUZA
EMEF DOA ANA JOSÉ BODINI JANÚARIO
"NAVEGAÇÃO NA REDE"

Particularmente não tive dificuldades em navegar pelo PORTAL DO PROFESSOR, eu já o conhecia, pois sempre busco estar me atualizando e como antes eu estava atuando na rede estadual, muitos projetos e sites do ministério da educação eu tenho o prazer de navegar e conhecer.
Dentro deste site gosto muito do espaço de aula, lá existem muitas orientações e sugestões de aula bastante interessante.
Quanto a definição sobre o que é Hipertexto conclui que :
Hipertexto
A cada dia os computadores estão sendo incorporados, cada vez mais, em todos os setores da sociedade.
 Daí surge conceitos que provocam profundas modificações nos valores da sociedade. Um desses conceitos é o de Multimídia que segundo palavras do professor Nelson Pretto: "Constitui-se num conjunto de possibilidades de produção e utilização integrada a todos os meios de expressão e de comunicação", ou seja, das diferentes mídias; sons, animação, texto vídeo, foto.
Outro conceito associada a multimídia é HIPERTEXTO. O hipertexto possibilita a livre escolha do caminho a ser percorrido pelo usuário, agregando-se recursos como sons, imagens, animação tornando-se a consulta mais fácil e atraente. O hipertexto pode ser usado para disponibilizar a informação em catálogo de produtos, apresentação de empresas, softwares educacionais, publicação na Internet, Helps nos CD ROMs, Windows, e outras aplicações.
CARACTERÍSTICAS HIPERTEXTUAIS
1.1 Simultaneidade de produção e circulação. O hipertexto produz um elemento novo que e a simultaneidade da produção e da circulação do hipertexto. Essa estrutura é veloz e a amplitude supera de forma qualitativa e quantitativa o fenômeno da transmissão oral
1.2 Ausência de limites O hipertexto é ilimitado, porém isso não corresponde a uma infinidade de linguagens disponível na tela do computador, mas a uma construção de vários significado para cada sentido que as contornam.
1.3 Multilinearidade e fragmentação As questões relativas a Multilineaidade e fragmentação ao que se parece ser é uma das características mas salientes da hipertexto. A ela é associada toda a discussão entre o centro e o descentramento, construção e desconstrução de tal forma que a própria matéria do hipertexto fica escondida de baixo de conceitos e preconceitos.
1.4 Interatividade É possível amplia-se os elementos disponíveis ao mesmo tempo na superfície do hipertexto, imagens, enciclopédias. Como consequência temos o sensível aumento do papel casual, dando ao leitor a pouca confortável sensação do seu domínio sobre o hipertexto, que no final é máxima.
A origem do termo HIPERTEXTO O termo hipertexto foi criado no início os anos 60 por Theodore Nelson, para exprimir a ideia de escrita/leitura não linear, em um sistema de informática. Tecnicamente, um hipertexto é um conjunto de dados ligados entre si por conexão, que podem ser palavras, imagens, gráficos sequências sonoras, etc.
 Recentemente tem sido empregado o termo HIPERDOCUMENTO que ressalta a utilização de múltiplos recursos de mídia num único documento em busca dissociar a ideia de apresentação textual da informação. A compreensão do conceito do hipertexto se dá com o conhecimento de algumas conceitos elementares e a forma como os hipertextos diferem dos documentos em papel a que estamos habituados.
O hipertexto e um meio de estruturar um texto de modo a que diferentes níveis de detalhe possam ser acedidos de maneira não seqüencial pelo leitor. O objetivo a esse conceito é o de permitir que o leitor possa desviar o fluxo da leitura para os assuntos referidos, no texto com o intuito de aprofundar a compreensão do texto inicial. A ideia de hipermídia é simples, ao invés de um texto, uma ligação; que pode conter um gráfico, um filme ou ate diferente sons. Alguém disse uma vez que, uma imagem vale por mil palavras, hoje em dia, dos os sistemas de hipermídia que a internet coloca a nossa disposição, são aqueles que há alguns anos atrás poderiam ser considerado ficção cientifica.

 


Atividade 2.6-  PLANEJANDO ATIVIDADE COM HIPERTEXTO
Tema: MEIO AMBIENTE
Público-alvo: 5º ano do Ensino Fundamental
Duração: 10 aulas
Pré-requisitos em termo de competências desenvolvidas pelos alunos: Manuseio do dicionário, reescrita , produção de texto coletivo de forma colaborativa e elaboração de panfletos
Objetivos:
Objetivo
Fazer com que os alunos percebam que fazem parte do ambiente em que vivem e que suas atitudes influenciam o meio ambiente. Levá-los a repensar suas atitudes, tornando-se mais conscientes da relação entre os seres vivos. Produzir um panfleto para divulgação, na escola e na comunidade, sobre a preservação do meio ambiente. Provocar mudanças de hábitos nos familiares dos alunos, estimulada pela conscientização dos mesmos a respeito da preservação do meio ambiente.
SUBTEMAS :
·         Definir  o que é meio ambiente;
·         Elaborar um texto coletivo;
·         Compreender a importância do meio ambiente para a vida;
·         Ter noção sobre hipertexto e hiperlink;
·         Transformar o texto coletivo em um hipertexto.
·         Panfletos
Desenvolvimento
Introdução
Sabemos que as  mudanças climáticas, efeito estufa e preservação do meio ambiente é algo que precisa ser trabalhado constantemente no ambiente escolar, mas os alunos não têm informação suficiente para entender de que forma participam desses processos e como podem atuar no sentido de minimizar a sua influência como agentes poluidores. Para trabalhar com esse tema você pode pedir que os alunos fizessem um diário de suas atividades - desde que acordam até a hora de dormir - e, a partir daí, trabalhar com o conceito de preservação do ambiente.
1ª aula
Divida a classe em grupos, distribua um capítulo do "Caderno de Educação Ambiental - Ecocidadão" a cada um. Peça que os alunos leiam e conversem sobre o conteúdo que receberam. Selecione vídeos no You Tube ou utilize os conteúdos do PESC, referente ao meio ambiente e abra um debate sobre a importância da conservação do meio ambiente. Eles devem anotar as informações principais em uma folha de sulfite. Ao final da aula, recolha esses papéis e diga que a próxima aula começará com a discussão do tema.

2ª aula Retome as anotações feitas na aula anterior sobre os capítulos do livro e os vídeos estudados , pergunte à turma quem são os responsáveis pela preservação do ambiente, quais são as soluções para resolver os problemas ambientais, o que cada um deles pode fazer enquanto individuo e o que podem fazer enquanto grupo na escola e onde vivem.

Anote as propostas dos alunos em um papel craft para poderem discutir posteriormente a viabilidade de cada uma delas.
Ao final da aula pergunte sobre as anotações nos diários e estimule que continuem anotando.

3ª aula Comece perguntando sobre os hábitos diários dos alunos e diga que irá trabalhar com eles na aula seguinte. Anote em um cartaz pelo menos um hábito de cada um para poder retomar posteriormente. Retome então as propostas dos alunos para a preservação do meio ambiente e discuta a viabilidade de cada uma delas, pensando nas atitudes individuais, na sociedade civil e no poder público.

Para isso, discuta com a turma cada uma das propostas, deixando claras as providências necessárias para que ela se torne viável. Mostre a eles que algumas iniciativas dependem somente dos indivíduos como, por exemplo, reduzir o gasto de água em casa, economizando ao tomar banho, escovar os dentes ou lavar louças, mas outras podem envolver o poder público, como o plantio de árvores em praças ou nas ruas.
Nesta aula  leve os alunos para a sala  de multimídia e explique  a eles o conceito de hipertexto e hiperlink, exemplificando através da navegação de páginas na internet tendo o tema meio ambiente como foco .




4ª aula Nessa aula será realizado o trabalho com o diário. Forme duplas com os alunos e peça que relatem, um ao outro, as atividades anotadas. Em seguida, proponha que selecionem, juntos, em seus diários, as atividades que acreditam que contribuem para melhorar o meio ambiente, e aquelas que acham que causam prejuízos.

Após o registro, monte uma tabela com atitudes favoráveis e desfavoráveis ao meio ambiente e discuta com os alunos os comportamentos e atividades relatadas e classificadas. Registre a discussão em papel Kraft para que em outros momentos essas ideias possam ser retomadas. Elabore um texto coletivo.

5ª aula A partir das informações dos diários, dos textos do livro "Caderno de Educação Ambiental - Ecocidadão" e das sugestões dos alunos para preservar o ambiente, trabalhe o conceito de preservação do ambiente. Discuta as relações do homem com a natureza e suas interferências. Você pode usar as informações dos diários e provocar os alunos no sentido deles pensarem sobre seus hábitos. A partir dessa discussão eles podem começar a esboçar o panfleto.
6ª aula
No laboratório de informática  peça para que os alunos pesquisem sobre o tema estudado ,selecione imagens e  reportagens que darão subsídios para a próxima etapa que será  criar os links para transformar o texto coletivo num hipertexto.

7ª aula Essa aula será usada para a elaboração do panfleto. Retome o livro citado anteriormente, em especial as dicas para o ecocidadão, disponíveis a partir da pág. 78. A partir daí, peça que os alunos comecem a elaborar os panfletos, lembrando que devem conter dicas sobre a preservação do meio ambiente e propostas de mudanças de hábito que auxiliem nessa iniciativa. A proposta pode ser individual ou coletiva.

Para elaboração dos panfletos comece conversando com os alunos sobre as funções e a linguagem desses materiais, ressaltando que devem conter informações importantes, relevantes, mas que os textos não podem ser longos e complexos. A partir das dicas do livro, os alunos devem selecionar as informações principais e definir a forma como o conteúdo será apresentado. Peça que elaborem textos curtos e selecionem imagens ou desenhos para ilustrá-los.

Quando a turma terminar a primeira versão dos panfletos, revise o trabalho com eles e peça os ajustes para a versão final. Quando o trabalho estiver finalizado, a classe pode escolher alguns para serem copiados (xerox ou scanner) e distribuídos, ou trabalhar com todos, fazendo menos cópias de cada um.
Todo esse processo de elaboração deverá ser realizado na sala de informática utilizando pacotes do Office (Word, Power Point e outros..)

Produto final
Transformar o texto coletivo em um hipertexto e
Panfletos a serem distribuídos na comunidade.

Avaliação Observe o envolvimento e participação da turma durante as aulas, discussões e tarefas solicitadas. Durante todo o trabalho, pergunte a  cada aluno, individualmente e nos grupos, para que  percebam  o seu envolvimento e aprendizagem. Observe o comportamento de   cada um e a maneira como buscam sanar suas dúvidas. Procure perceber, se realmente estão tendo alguma mudança de comportamento pensando na preservação do meio ambiente.
Recursos
·         Minidicionário
·         Papel Kraft-
·         Sulfite A4
·         Régua
·         Lápis  de cor
·         Lápis preto e borracha
·         Computador com acesso a internet
·         Datashow e telão
·         Lousa Digital
·         Vídeo referente ao meio ambiente
Autoras: Denise Scabin Pereira e Regina Brito Ferreira, elaborado pela Coordenadoria de Educação Ambiental, Secretaria do Meio Ambiente, Governo do Estado de São Paulo
Professoras responsáveis:
·        Marileuse de Souza
·        Silvania Franco

 


 
MARILEUSE DE SOUZA

EMEF DONA ANA JOSÉ BODINI JANUÁRIO
ATIVIDADE 4.2
TEMA: NAVEGANDO POR VÍDEOS E OUTRAS MÍDIAS
SUBTEMA: NAVEGANDO




Durante as pesquisas encontrei alguns links interessantes para navegação no PORTAL DO PROFESSOR :


DIA MUNDIAL DA ÁGUA
Despertar a consciência de todos para os problemas da água e da necessidade de seu uso consciente. Apresentar as ações e responsabilidades do Conselho Escolar e questões que envolvem a Poluição Sonora
Descrição
Episódio do programa Escola Brasil. Aborda o Dia Mundial da Água fornecendo dicas para conter os desperdícios, discussões sobre a preservação da água e abordagem sobre o Aquífero Guarani, além de apresentar músicas que falam sobre o tema. Esse episódio apresenta ainda discussões sobre a importância das funções, dos papeis e exemplos de ações exercidas pelo Conselho Escolar. A Poluição sonora também é abordada
Observação
Duração: 29 min. Nesse tempo de execução estão incluídos além de algumas propagandas, jingles e outros assuntos. Sugere-se que o professor(a) faça uma seleção prévia sobre a parte que pretende trabalhar
Autor
Brasil. Ministério da Educação (MEC)
Fonte do recurso
Universidade de Brasília (UnB)
Origem
MEIO AMBIENTE
Divulgar o dia mundial do meio ambiente. Estudar as formas de punição e recompensa. Apresentar forma de purificação da água com o uso da semente de moringa.
Descrição
Episódio do Programa Escola Brasil. Divulga o dia mundial do meio ambiente, comemorado no dia 05 de junho, e ações para a proteção e valorização da Natureza. Estuda as formas de punição e recompensa, ou castigos físicos e a legislação para a proteção do menor. Apresenta forma de purificação da água com o uso da semente de moringa
Observação
Duração: 28 min. Nesse tempo estão incluídos além de algumas propagandas e jingles, outros assuntos, de interesse da escola e dos professores. Sugere-se que o professor(a) faça uma seleção prévia sobre a parte que pretende trabalhar
Autor
Brasil. Ministério da Educação (MEC). Secretaria de Educação a Distância (SEED)
Fonte do recurso
Universidade de Brasília (UnB)
Origem
DENGUE
Esclarecer sobre a dengue. Discorrer sobre a escolha profissional. Divulgar o legado dos imigrantes na cultura brasileira. Ensinar a importância da amamentação
Descrição
Episódio do Programa Escola Brasil. Esclarece a respeito do mosquito Aedes Aegypti, vetor transmissor da dengue, apresentando as formas de prevenção, controle, sintomas e tratamento da doença. Ainda expande conceitos sobre a escolha profissional que é definida na orientação vocacional. Apresenta também a história da imigração para o Brasil dos japoneses, italianos e chineses. Trata sobre a importância do aleitamento materno
Observação
Duração: 28 min. Nesse tempo estão incluídos além de algumas propagandas e jingles, outros assuntos, de interesse da escola e dos professores. Sugere-se que o professor(a) faça uma seleção prévia sobre a parte que pretende trabalhar
Autor
Brasil. Ministério da Educação (MEC). Secretaria de Educação a Distância (SEED)
Fonte do recurso
Universidade de Brasília (UnB)
Origem
SÃO PAULO PARTE I
Conhecer mais sobre a cidade de São Paulo é o que se apresenta neste vídeo .Ótimo para ser usado com o 5ºano do ensino fundamental.
Descrição
Episódio do Programa Momento Brasil, da TV Escola. Apresenta o Estado de São Paulo e as características paulistanas. Relata aspectos históricos, como sua fundação por Jesuítas e o fato de ser o principal centro financeiro e econômico do Brasil
Observação
Duração: 2 min
Autor
Brasil. Ministério da Educação (MEC)
Fonte do recurso
Universidade de Brasília (UnB)
Origem
SÃO PAULO PARTE II
Dando continuidade em conhecer a cidade de São Paulo- PARTE II
Descrição
Episódio do Programa Momento Brasil, da TV Escola. Trata sobre o Estado de São Paulo e das características paulistanas. Relata sobre o trânsito , cultura, lazer e a variedade de museus , como o MASP, o mais importante museu de arte ocidental da América Latina, discorre também sobre a culinária
Observação
Duração: 2 min
Autor
Brasil. Ministério da Educação (MEC)
Fonte do recurso
Universidade de Brasília (UnB)
Origem
CHICLETE -ALFABETIZAÇÃO
Ensinar a ortografia de palavras com -x e -ch, de forma dinâmica e divertida
Descrição
Episódio do programa Orto e Grafia, apresentado pela TV Escola; Utiliza o teatro de bonecos para ensinar a grafia correta de algumas palavras grafadas com -x e com -ch
Observação
Duração: 3 min
Autor
Brasil. Ministério da Educação (MEC)
Fonte do recurso
Universidade de Brasília (UnB)
Origem
DE ONDE VEM O PLÁSTICO
Conhecer todo o processo de fabricação do plástico, inclusive sua reutilização após a reciclagem
Descrição
Episódio do programa De onde vem?, da TV Escola, que fala sobre o processo de fabricação do plástico, desde a extração do petróleo até a utilização dos diversos tipos de plástico na indústria. Aborda a questão da coleta seletiva do lixo e a importância da reciclagem do plástico para a preservação do meio ambiente
Observação
Duração: 7 min
Autor
Brasil. Ministério da Educação (MEC)
Fonte do recurso
Universidade de Brasília (UnB)
Origem





Atividade 4.3: Leitura, Reflexão e Discussão sobre Mídia na Educação.

Cursista: MARILEUSE DE SOUZA
EMEFDONA ANA JOSÉ BODINI JANUÁRIO

Após realizar a leitura do texto de Silvio P. Costa “Mídias-Educação no contexto escolar; Mapeamento crítico dos trabalhos realizados nas escolas de Florianópolis” é possível realizar uma reflexão de questões que se fazem presente em nosso contexto educacional, no que diz respeito ao uso das mídias. Achei interessante um trecho citado pelo autor que considerava relevante repensarmos a prática escolar como relação ao uso das mídias na educação ele diz que “não há mídia que não possa ser usada na escola. É uma evolução natural a integração das mídias nas escolas. O uso dessas tecnologias depende de como a prática pedagógica é realizada: serve somente para transmitir conhecimento ou nos impõem um novo desafio, o de usá-las para novas transformações.
Ressalto que ao meu ver essa integração deve ser feita desde a educação infantil Para as crianças destas idades, o CD-ROM, por exemplo, pode contribuir decisivamente para o desenvolvimento das capacidades de observação e reflexão, de coordenação psicomotora ou para o despertar dos sentidos.
As potencialidades dos recursos de mídia reúnem simultaneamente a imagem, a cor, o som e os efeitos visuais e sonoros que conseguem prender a atenção da criança.
As práticas pedagógicas que utilizam as tecnologias de forma planejada permitem que o aluno desenvolva autonomia, tão fundamental no nosso mundo cada vez mais disputado, acesso à informação com rapidez e facilidade, desenvolvimento de competências de análise e reflexão, organização do pensamento, trabalho simultâneo com vários participantes em diversas partes do mundo, exposição de pensamento através de sites ou blogs ou até mesmo em comunidades virtuais, registro de sons e imagens e vídeos, tradução de textos em várias línguas. Tudo isso por meio de um trabalho interdisciplinar.
É claro que nessa formação do aluno, o professor tem um papel decisivo.
Cabe ao professor a orientação, a relação de confiança e acompanhamento. Propor projetos para desenvolver a motivação e associar o domínio das tecnologias às suas realizações.
Enfim, a integração das mídias nos processos de aprendizagem pode constituir um fator de inovação pedagógica, proporcionando novas modalidades de trabalho na escola. Porém, a escola tem de acompanhar as transformações sociais. A escola, por natureza lenta, analítica e virada para o passado, tem de ser capaz de se tornar mais atraente e realmente acessível.
Cabe à escola transformar-se de simples transmissora de conhecimentos em organizadora de aprendizagens e reconhecer que já não detém o monopólio da transmissão dos saberes, proporcionando ao aluno os meios necessários para aprender a obter a informação, para construir o conhecimento e adquirir competências, desenvolvendo simultaneamente o espírito crítico.
Atualmente não é mais viável o simples fornecimento de equipamentos, pois isso não contribui para atingir estes objetivos, o necessário sim é a transformação de atitudes da escola , dos professores e principalmente do poder público que perceba que a educação precisa realmente ser coerente com a era do conhecimento.
Essa transformação vai exigir que os professores reconheçam que já não são os detentores da transmissão de conhecimento e aceitem que as novas gerações têm outros modos de aprendizagem. E ao poder público o efetivo comprometimento com uma escola voltada e organizada para o emprego dos recursos tecnológicos .
Mídias só podem servir de fonte de acesso ao conhecimento se forem integradas, dentro ou fora da escola, no quadro de um projeto ou de uma metodologia. (…) É urgente definir uma nova função da escola na sociedade atual. A questão mais importante é a de saber como vamos fazer uma educação democrática para todos ou, pelo menos, para uma maioria. (…) Devemos construir um discurso sobre a nova função da escola na sociedade tecnológica e criar práticas novas (Jacquinot, 1995)”.
Relato de experiência de uso de mídia na educação


Venho desenvolvendo algumas experiências com o uso de mídias em minhas aulas já faz algum tempo e confesso que os resultados tem sido bastante gratificante, percebo que há um grande interesse dos alunos nas atividades e mesmo em turmas numerosas(35alunos)desde que sejam bem organizada e planejada os objetivos das atividades são alcançados.
O roteiro básico é o seguinte: no começo , cada aluno escolhe um assunto , vai pesquisando-o na Internet ou na biblioteca. O aluno apresenta os resultados da sua pesquisa na classe e votamos qual iremos trabalhar , em outros momentos eu trago o tema e elaboramos juntos todo o processo. Sem contar que há também os projetos da escola que precisamos adequar a nossa realidade. Percebo que o fato de ver o seu nome a frente de projetos e a possibilidade de divulgar os seus trabalhos e pesquisas, exerce uma forte motivação nos alunos, os estimulam a participarem mais em todas as atividades . Enquanto preparam os trabalhos pessoais, vou desenvolvendo com eles algumas atividades complementares .
Sempre começo com uma aula de apresentação dos recursos multimídias que a escola dispõem nela aprendemos a conhecer e a usar as principais ferramentas. É importante sensibilizar o aluno antes para o que se quer conseguir neste momento. Se o aluno tem claro ou encontra valor no que vai pesquisar, o fará com mais rapidez e eficiência. O meu papel é o de acompanhar cada aluno, incentivá-lo, resolver suas dúvidas, divulgar as melhores descobertas. As aulas na Internet se alternam com as aulas habituais, onde acrescentamos textos escritos, vídeos para aprofundar os temas pesquisados inicialmente na Internet ou até mesmo nos livros.
É interessante que os alunos escolham algum assunto dentro do programa que esteja mais próximo do que eles valorizam mais. Essas pesquisas podem ser realizadas dentro e fora do período de aula. Nas escolas que trabalhei com laboratório de informática sempre orientei os aluno que a navegação precisa de bom senso, gosto estético e intuição. Bom senso para não deter-se, diante de tantas possibilidades, em todas elas, sabendo selecionar, em rápidas comparações, as mais importantes. A intuição é um radar que vamos desenvolvendo de "clicar" o mouse nos links que nos levarão mais perto do que procuramos. A intuição nos leva a aprender por tentativa, acerto e erro. Às vezes passaremos bastante tempo sem achar algo importante e, de repente, se estivermos atentos, conseguiremos um artigo fundamental, uma página esclarecedora. O gosto estético nos ajuda a reconhecer e a apreciar páginas elaboradas com cuidado, com bom gosto, com integração de imagem e texto. Principalmente para os alunos, o estético é uma qualidade fundamental de atração. Uma página bem apresentada, com recursos atraentes, é imediatamente selecionada, pesquisada.
Diante de tantas possibilidades de busca, a própria navegação se torna mais sedutora do que o necessário trabalho de interpretação. Os alunos tendem a dispersar-se diante de tantas conexões possíveis, de endereços dentro de outros endereços, de imagens e textos que se sucedem ininterruptamente. Tendem a acumular muitos textos, lugares, ideias, que ficam gravados, impressos, anotados.
Creio que isso se deve a uma primeira etapa de deslumbramento diante de tantas possibilidades que a Internet oferece. É mais atraente navegar, descobrir coisas novas do que analisá-las, compará-las, separando o que é essencial do descartável . Ver equivale, na cabeça de muitos, a compreender e há um certo ver superficial, rápido, sem o devido tempo de reflexão, de aprofundamento, com outras leituras. Os alunos se impressionam primeiro com as páginas mais bonitas, que exibem mais imagens, animações, sons. As imagens animadas exercem um fascínio semelhante às do cinema, vídeo e televisão. Os lugares menos atraentes visualmente costumam ser deixados em segundo plano, o que acarreta, às vezes, perda de informações de grande valor.
A Internet é uma tecnologia que facilita a motivação dos alunos, pela novidade e pelas possibilidades inesgotáveis de pesquisa que oferece.
Utilizando os recursos multimídias os alunos desenvolvem a aprendizagem cooperativa, a pesquisa em grupo, a troca de resultados. A interação bem sucedida aumenta a aprendizagem. Ao utilizar estes recursos percebo que estou contribuindo para desenvolver a intuição, a flexibilidade mental, a adaptação a ritmos diferentes e a criticidade . A intuição, porque as informações vão sendo descobertas por acerto e erro e isso é fundamental no processo de aprendizagem.



STOP MOTION  EQUIPE ANA BODINI JANUÁRIO

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